Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP
Mostrando postagens com marcador Utilidade Publica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Utilidade Publica. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de março de 2011

Planejamento de Ensino

Planejar: coerência para as ações educativas

O Planejamento do Ensino tem como principal função garantir a coerência entre as atividades que o professor faz com seus alunos e as aprendizagens que pretende proporcionar a eles.

O professor tem um papel fundamental de coordenar o processo de ensino e aprendizagem da sua classe. “É preciso organizar todas as suas ações em torno da educação de seus alunos. Ou seja, promover o crescimento de todos eles em relação à compreensão do mundo e à participação na sociedade”. Para isso, ele precisa ter claro quais são as intenções educativas que presidem esta ou aquela atividade proposta. Na verdade, ele precisa saber que atitudes, habilidades, conceitos, espera que seus alunos desenvolvam ao final de um período letivo.

Certamente isso significa fazer opções quanto aos conteúdos, às atividades, ao modo como elas serão desenvolvidas, distribuir o tempo adequadamente, assim como fazer escolhas a respeito da avaliação pretendida.

Quem faz o Planejamento




O planejamento é um trabalho individual e de equipe















A elaboração do Planejamento do Ensino é uma tarefa que cada professor deve realizar tendo em vista o conjunto de alunos de uma determinada classe, sendo, por isso, intransferível. O ideal é desenvolver esse Planejamento em cooperação com os demais professores, com a ajuda da coordenação pedagógica e mesmo da direção da escola, mas cada professor deve ser o autor de seu Planejamento do Ensino. Quantas vezes nós, professores, ouvimos um aluno perguntar: - Professor, por que a gente precisa saber isso? Quantas vezes, no tempo em que éramos alunos, fizemos essa mesma pergunta a nossos professores, sem nunca obter uma resposta satisfatória?


:: Flexibilidade
Vale lembrar que nenhum Planejamento deve ser uma camisa-de-força para o professor. Existem situações da vida dos alunos, da escola, do município, do país e do mundo que não podem ser desprezadas no cotidiano escolar e, por vezes, elas têm tamanha importância que justificam por si adequações no Planejamento do Ensino.

No processo de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem, novos conteúdos e objetivos podem entrar em jogo; outros, escolhidos na elaboração do plano, podem ser retirados ou adiados. É aconselhável que o professor reflita sobre suas decisões durante e após as atividades, registrando suas idéias, que serão uma das fontes de informação para melhor avaliar as aprendizagens dos alunos e decidir sobre que caminhos tomar.

Além disso, as pessoas aprendem o mesmo conteúdo de formas diferentes; portanto, o Planejamento do Ensino é um orientador da prática pedagógica e não um “ditador de ritmo”, no qual todos os alunos devem seguir uniformemente. Ao longo do ano letivo e a partir das avaliações, algumas atividades podem se mostrar inadequadas, e será necessário redirecionar e diversificá-las, rever os conteúdos, fazer ajustes.

:: Registro

Registrar ajuda a avaliação

Vale destacar que a forma de organizar o Planejamento do Ensino aqui apresentado é uma escolha. O importante é o professor ter alguma forma de registro de suas intenções, procurando agir pedagogicamente de forma coerente com os objetivos específicos e gerais traçados no Projeto de Escola e em seu Planejamento do Ensino. A forma como cada professor registra seu Planejamento não deve ser fixa, para que cada profissional possa fazê-lo da forma como se sente melhor. Mas, se um educador deseja ser um profissional reflexivo, que pensa criticamente sobre sua prática pedagógica e se desenvolve profissionalmente com esse processo, ele precisa registrar seu Planejamento do Ensino.

"Redigir o projeto não é uma simples formalidade administrativa. É a tradução do processo coletivo de sua elaboração [...]. Deve resultar em um documento simples, completo, claro, preciso, que constituirá um recurso importante para seu acompanhamento e avaliação."

:: Componentes do planejamento do ensino

O Planejamento do Ensino, chamado também de planejamento da ação pedagógica ou planejamento didático, deve explicitar:

  • As intenções educativas – por meio dos conteúdos e dos objetivos educativos, ou das expectativas de aprendizagem;
  • como esse ensino será orientado pelo professor – as atividades de ensino e aprendizagem que o professor seleciona para coordenar em sala de aula, com o propósito de cumprir suas intenções educativas, o tempo necessário para desenvolvê-las);
  • como será a avaliação desse processo.


:: Conteúdos e objetivos

Conteúdo é uma forma cultural, um tipo de conhecimento que a escola seleciona para ensinar a seus alunos. Informações, conceitos, métodos, técnicas, procedimentos, valores, atitudes e normas são tipos diferentes de conteúdos.

Valores são conteúdos aprendidos nas relações humanas, ocorram elas no espaço escolar ou não. sobre esses temas.

Os conteúdos do Planejamento do Ensino são aqueles que guiaram a escolha das atividades na elaboração do plano e são os conteúdos em relação aos quais o professor tentará observar, e avaliar, como se desenvolvem as aprendizagens, pois isso não seria possível fazer com relação a “todos” os conteúdos presentes na atividade.

:: Objetivos

Os objetivos educativos do Planejamento do Ensino, também chamados objetivos didáticos ou específicos, ou ainda de expectativas de aprendizagem, definem o que os professores desejam que seus alunos aprendam sobre os conteúdos selecionados. A forma tradicional de redigir um objetivo é utilizar a frase “ao final do conjunto de atividades, cada aluno deverá ser capaz de...”. Não há problema em definir dessa forma os objetivos no Planejamento do Ensino, desde que os alunos não sejam obrigados a atingi-los todos ao mesmo tempo. É possível definir esses objetivos descrevendo as expectativas de aprendizagem da forma que for mais fácil de compreendê-las.

Os objetivos educativos do Planejamento do Ensino são importantes porque muitos conteúdos, os conceitos científicos entre eles, são aprendidos em processos que se complementam ao longo da escolaridade.

Os objetivos educativos do Planejamento do Ensino definem o grau de aprendizagem a que se quer chegar com o trabalho pedagógico. São faróis, guias para os professores, mas não devem se tornar “trilhos fixos”, em seqüências que se repetem independentemente da aprendizagem de cada aluno.


:: Organização das atividades

Organizar as atividades

A principal função do conjunto articulado de atividades de ensino e aprendizagem que devem compor o Planejamento do Ensino é provocar nos alunos uma atividade mental construtiva em torno de conteúdo(s) previamente selecionado(s), no Projeto de Escola, no Planejamento do Ensino ou durante sua realização.

Ao escolher uma atividade de ensino e aprendizagem para desenvolver com seus alunos, o professor precisa considerar principalmente a coerência entre suas intenções – explicitadas pelos conteúdos e objetivos – e as ações que vai propor a eles. Precisa também pensar em como aquela atividade irá se articular com a(s) anterior(es) e com a(s) seguinte(s). Uma atividade que está iniciando o trabalho sobre um ou mais conteúdos é muito diferente de uma atividade na qual os alunos estão discutindo um problema real, visto no jornal, por exemplo, baseados em seus estudos anteriores sobre conceitos que estão em jogo no problema.

As atividades devem ser de acordo com aquilo que se quer ensinar, seja a curto, médio ou longo prazo. A diversidade é uma de suas características principais: assistir a um filme, a uma peça teatral ou a um programa de TV; realizar produções em equipe; participar de debates e praticar argumentação e contra-argumentação; fazer leituras compartilhadas (em voz alta); práticas de laboratório; observações em matas, campos, mangues, áreas urbanas e agrícolas; observações do céu; acompanhamento de processos de médio e longo prazo em Biologia e Astronomia. Idas a museus, bibliotecas públicas, exposições de arte. Pesquisa em livros e revistas, com ou sem uso de informática e Internet. Assistir a uma exposição por parte do professor.

Novamente, deve-se insistir no fato de que a seqüência de atividades que compõe o Planejamento do Ensino deve levar em conta as experiências dos próprios alunos no decorrer de cada atividade escolhida. Existem planos que se realizam quase integralmente, os que se realizam em grande parte, ou aqueles que, simplesmente, precisam ser refeitos tendo como critério a avaliação da aprendizagem dos alunos.

:: Avaliação continuada

A avaliação continuada, ou mediadora da aprendizagem, indispensável no Planejamento do Ensino, é o instrumento por meio do qual o professor procura observar o desenvolvimento de seus alunos à medida que o processo de ensino e aprendizagem está em andamento. Essa observação tem por objetivo regular as atuações do professor, ou seja, dar a ele informações para que seja possível decidir se o que foi traçado no planejamento está correspondendo ao esperado ou não. Sendo que, no segundo caso, o professor precisa, então, refletir sobre o que deve mudar para que as aprendizagens esperadas comecem a se realizar ou melhorem. É importante frisar que essa avaliação não tem por objetivo dar nota aos alunos, mas sim regular o processo de ensino e aprendizagem.

Quando uma professora inicia seu trabalho em uma 2ª série e percebe que quase metade de seus alunos não consegue ler um pequeno bilhete de boas-vindas que ela havia preparado, então, deve começar a pensar no que fazer imediatamente, ou seja, tem que pensar em como irá articular as atividades de forma a proporcionar o desenvolvimento da leitura a todos os alunos, cada um partindo do estágio em que se encontra.

Sempre que um professor dá início ao trabalho com algum conteúdo, deve observar o que os alunos já sabem sobre esse conteúdo. Essa avaliação pode ser chamada de inicial Mas ela não se refere ao início do ano ou do bimestre e, sim, ao início do trabalho pedagógico com um determinado conteúdo. A avaliação inicial auxilia o professor a ajustar seu plano de ensino, principalmente considerando as diferenças entre seus alunos no momento de desenvolver as atividades selecionadas no planejamento.

Ao refletirmos sobre a avaliação mediadora do ensino e da aprendizagem em sala de aula, explicitamos uma função importante do Planejamento do Ensino: ser a referência que o professor utiliza para avaliar continuamente o processo de ensino e aprendizagem, com o propósito de garantir as aprendizagens dos alunos naqueles conteúdos eleitos no Planejamento.

Texto original: Vinicius Signoreli
Edição: Equipe EducaRede
Ilustrações: Michele Iacocca/Acerco CENPEC

segunda-feira, 14 de março de 2011

ENTENDENDO A APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM AUTISMO:

Curso:

ENTENDENDO A APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM AUTISMO:

ESTABELECENDO CONEXÕES ENTRE A COMUNICAÇÃO VISUALMENTE MEDIADA E

ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA ABORDAGEM TEACCH

Palestrante:
MARIA ELISA GRANCHI FONSECA

Dias: 29 e 30 de Abril de 2011

http://www.olharespecial.com.br/

sábado, 14 de agosto de 2010

Para Sempre, AQUÍ SE BRINCA

...
Atenção escolas que praticam e valorizam a prática do Brincar, já estão aberta as inscrições do Programa pelo Direito da Criança.
.

Este Splat (brinquedo especialmente desenvolvido por OMO), foi um dos prêmios contemplados pela nossa escola, devido à premiação do concurso de 2009.
.
O que é?
.
O Programa pelo Direito de Ser Criança é uma ação realizada a partir da parceria entre a marca OMO (Unilever) e o Instituto Sidarta, que reconhecem e premiam instituições de ensino que valorizam a importância do brincar e do aprender pela experiência em suas práticas escolares. Vale ressaltar que o Programa reconhece iniciativas relativas ao brincar e ao aprender pela experiência que valorizem a simplicidade e a ação da criança, independentemente de recursos materiais aplicados.
Quem pode participar?

O Programa pelo Direito de Ser Criança é destinado aos profissionais de educação das escolas da rede pública e privada de todo o Brasil, que atuam com crianças do Ensino Infantil e/ou do ciclo I do Ensino Fundamental.

A premiação vai contemplar duas categorias:




Selo Aqui se Brinca

Categoria destinada às escolas do Ensino Infantil


Selo Aqui se Aprende pela Experiência

Categoria destinada às escolas do Ensino Fundamental I

Ambas serão avaliadas por uma comissão de especialistas em educação que serão responsáveis pela seleção e análise de todas as escolas a partir de critérios previamente estabelecidos a partir do programa avaliativo, responsável pela geração de um referencial teórico e de indicadores das escolas acerca do brincar e do aprender pela experiência. O critério de avaliação será estabelecido mediante os cinco pilares conceituais do Programa

Direito de brincar e de aprender através de brinquedos não estruturados
Valoriza o tempo e o espaço do brincar na escola, a criança como sujeito desse brincar e a utilização de materiais de baixo custo, simples e essenciais.

Direito de aprender pela experiência
Valoriza a experiência individual e subjetiva, bem como a criança como sujeito de seu aprendizado.

Direito de estar em contato com a natureza
Valoriza o contato dos alunos com a natureza e seus elementos.

Direito de experimentar o cuidado com o planeta e com a sociedade
Valoriza a escola que adote práticas sustentáveis e socialmente responsáveis gerando posturas reflexivas entre os alunos.

Direito de vivenciar a cultura local
Valoriza a escola que reconheça a cultura local de seus alunos e da região onde está inserida, destacando seus aspectos comunitários, festivos e de participação comunitária e familiar dentro da realidade e espaços escolares.

Premiação

No total, são 18 prêmios por categoria, elaborados especialmente para potencializar o brincar proposto, como Parques Modulares que buscam potencializar a interação e autonomia das crianças. Os parques são feitos com materiais sustentáveis e com a observação de todas as normas de segurança.

Além disso, cada uma das três primeiras colocadas de cada categoria poderão indicar uma segunda escola para receber um prêmio idêntico ao entregue aos vencedores..

Confiram um vídeo de divulgação do selo.




.
Momento da premiação de 2009
.

Para sempre

Aqui se Brinca !!!!

terça-feira, 20 de julho de 2010

21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo


Data e Horário:
Dia 12 de Agosto: das 10h às 22h
- Exclusivo para os profissionais do setor literário

Dia 13 de Agosto: das 10h às 22h PROMOÇÃO ESPECIAL!*
- Público em geral

Dias 13 a 22 de Agosto: das 10h às 22h
- Público em geral

*PROMOÇÃO ESPECIAL! Entrada gratuita para quem comparecer ao evento fantasiado do seu personagem favorito.
Para validar a sua entrada na Bienal do Livro é obrigatório apresentar uma foto do personagem representado.

Local:
Pavilhão de Exposições do Anhembi
São Paulo, SP

Ingressos: vendas apenas na bilheteria da Bienal do Livro de São Paulo
Entrada inteira – R$ 10,00
Meia-entrada – R$ 5,00**

**Os estudantes devem apresentar documento de identificação estudantil com data de validade. Caso no documento apresentado não conste data de validade, deverá ser apresentado outro que comprove a matrícula ou a frequência no ano letivo em curso acompanhado de carteira de identidade.

Os idosos, acima de 65 anos, pagam meia-entrada apresentando carteira de identidade para comprovação.

Menores de 12 anos não pagam.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

PARE!! PENSE!!

A escola Ivonne, como referência de um espaço que respeita e promove a infância, compartilha mais um vídeo, que faz parte dos que serão discutido com os pais, dentro da temática: Eu uso e não Abuso!
.
.
.
.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Fique Por Dentro: CONAE

Conae - Conferência Nacional de Educação


Foram aprovados a ampliação do investimento da Educação em relação ao PIB e a criação de uma Lei de Responsabilidade Educacional

Dos dias 28 de Março à 1º de abril aconteceu em Brasília, a Conferência Nacional de Educação (Conae). A conferência deve fornecer as diretrizes para a elaboração do próximo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período de 2011 a 2020. Entre os principais pontos aprovados estão a ampliação do investimento em relação ao PIB, o Custo Aluno Qualidade e a necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional.

O evento, que contou com a participação de diversos setores da sociedade ligados à Educação, discutiu de forma democrática os principais desafios da área e aprovou diversas medidas que consideram essenciais para que o País avance. Embora não tenha um caráter normativo para tornar efetivas as decisões aprovadas na conferência, elas sinalizam para o executivo e o legislativo, responsáveis pela elaboração do PNE, o que os setores mobilizados esperam para o próximo PNE.

Em relação ao financiamento, ficou aprovado a destinação de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) para Educação até 2011, devendo alcançar, em 2014, o patamar de 10%. Na avaliação dos delegados da Conae, 50% do fundo social do pré-sal também deve ser destinado à Educação.

Outra proposta aprovada foi a utilização do Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi), que estipula os valores mínimos por aluno para a garantia dos insumos necessários para cada etapa da Educação Básica. Ainda dentro da proposta do CAQi, também foi aprovada a necessidade de complementação da União de 1% do PIB para que o instrumento possa ser implementado.

A criação de uma Lei de Responsabilidade Educacional também foi ratificada. A proposta prevê um projeto de lei que obrigue os responsáveis pela gestão e financiamento da Educação em todos os níveis para que seja garantida a Educação de qualidade a todas as pessoas, conforme previsto na Constituição brasileira.

Além destes, a conferência também aprovou o fortalecimento dos conselhos de Educação e a necessidade da criação de fóruns nacionais, estaduais e municipais, cujo principal objetivo será o acompanhamento dos planos educacionais.

Temas polêmicos, como as eleições diretas para diretor, também passaram, assim como a determinação de um número máximo de alunos por sala de aula em todos os níveis de ensino. O limite aprovado é 15 alunos por turma na pré-escola; 20 no Ensino Fundamental; 25 no Ensino Médio e 35 no Ensino Superior.

Em relação à Educação Infantil, ficou aprovado que a oferta deve ser feita apenas por instituições próprias dos sistemas públicos de ensino. Para que isso ocorra, foi previsto um processo de transição. A determinação é que o sistema de convênios atual não possa ser expandido, mantendo-se no mesmo patamar até 2014, o objetivo é que essa prática não exista mais em 2018.

Durante cinco dias, a Conae reuniu mais de 3 mil pessoas: 2,5 mil delegados, 500 observadores e mais de 130 jornalistas. Segundo o Ministério da Educação, o custo total da conferência, considerando as etapas municipais, estaduais e a nacional, foi de cerca de R$ 35 milhões.

sábado, 27 de março de 2010

ABERTO O ANO DE COMEMORAÇÕES!!!

ESTE ANO NOSSA ESCOLA COMEMORA 10 ANOS!!

O ano de 2010 será vasto em comemorações na escola Ivonne!! As comemorações se prolongarão pelo ano mas tiveram início no dia do aniversário dos 10 anos, dia 25 de março, quando oficializamos nosso projeto institucional 2010!

PROJETO

A

IVONNE É

10 !!

clip_image002

COMEMORAÇÃO

PELOS 10 ANOS

DA ESCOLA MUNICIPAL

PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS

Estão previstas várias ações comemorativas durante 2010. Aguardem e confiram!!!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Escolha de classe

Aos pais ou à todos que nos acompanham:*

Hoje foi a escolha de classe dos professores de Educação Infantil da Rede Municipal de Bragança Paulista, portanto já é possível saber qual sala seu filho(a) ficará, e com qual professora:



***************PERÍODO DA MANHÃ
*
*idade**************nível ***** sala ***professora

(5 anos completo )** Infantil V** ***1******* Viviane
*
(4 anos completos)* Infantil IV***** 2**** * * Márcia
*
(4 e 5 anos comp.)Inf. IV e V- Integral*6***** Rosana
*
(3 anos completos)* Inf. III - Integral 5* ***** Ana
*
(2 anos completos)*Infantil II -Integral*3**** Edna*
**
(1 ano completo)***Infantil I-Integral**4* ***Dagmar
**
**
*********PERÍODO DA TARDE


*Idade*** ** nível*********sala***Professora

(4 anos completo ) Infantil V*** 2****** Debora

(3 anos completos)Infantil III* 1****** Lurdes*

(4 e 5 anos comp.) Inf. IV e V - Int. 6* Dagmar
*

(3 anos comp.)***Inf. III - Int.* * 5*** Elaine **

*
(2 anos comp.)**Inf. II -Int.** ** 3*** Micheli*

*
(1 ano completo)**Inf. I - Int.** *4****Edna**

*
*Pajens: Marisabel, Ines, Priscila e Rosa.
*
* À partir deste ano de 2010, haverá na rede municipal, uma nova estrutura quanto ao quadro de funcionários responsáveis pelo berçário, que antes atendia os bebês à partir dos 4 meses até completarem 2 anos e tinha como responsáveis as pajens concursadas. Mas para se adequar à legislação, agora cada berçário contará tambem com a presença de uma professora habilitada e duas pajens, que juntas serão responsáveis pelo CUIDAR-EDUCAR.


Continuaremos atendendo nossas crianças do berçário que a partir de agora será a sala de infantil 1, esta sala contará com a presença de 1 professora em cada período e duas pajens habilitadas.

sábado, 20 de junho de 2009

FAMÍLIA NA ESCOLA

É possível estreitar a relação com a família e formar uma parceria produtiva!

Teatro de Fantoches!

Sheila, Mamãe do aluno Rafael, participou levando uma peça de teatro de fantoches. Todas as dicas sobre a imprtância da higiene... A-MA-RAM!!

Uma das metas presente no nosso projeto político pedagógico é a parceria com os pais e comunidade.

Então, abrimos a porta da escola aos pais!! E tem sido uma experiência valiosa!

Fizemos o convite e os interessados marcam uma data para participar com alguma atividade específica ou apenas deixando-os à vontade para participar um dia da rotina da classe do seu filho(a).

Veja o registro de algumas participações:


"Leitor de Histórias"


José, pai do Efrain, veio ler histórias... para todas as turmas... os bebês adoraram!

Contadora de "Causos"

Dora, Vové do Everton, veio contar "causos antigos", a turminha nem pisca!

"Dinâmica"

Carla, Mãe da Camilly, participando, "Qual é o Compromisso da Escola? E o dos Pais?"

Depoimentos..

Os pais do Paulo, deixando uma mensagem...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Chegou a festa junina!


Conheça os significados e a origem dessa tradição popular
Hoje tem casamento na roça! Prepare a pipoca, esquente a canjica e corra para o arraial, mas não pule a fogueira, nem solte balões -- começou a festa de São João! Todo ano é a mesma coisa: quando chega o mês de junho, iniciam-se os festejos! É hora de tirar do armário aquela velha roupa no estilo caipira, ensaiar a quadrilha, comprar estalinhos e esperar pelas barracas repletas de comidas gostosas e jogos divertidos. A festa junina, sem dúvida, é uma tradição muito antiga. Mas você sabe como ela começou?
Antes da era cristã, alguns povos antigos -- persas, egípcios, celtas, sírios, bascos, sardenhos, bretões e sumérios -- faziam rituais para invocar a fertilidade de suas plantações. Eles acendiam fogueiras para espantar os maus espíritos e desejavam obter uma boa safra. Isso acontecia em junho, época em que se inicia o verão no hemisfério norte. Esses festejos se perpetuaram. Mais tarde, passaram a ser seguidos não só pelos camponeses, mas também pelos homens da cidade na Europa.

No entanto, os rituais eram considerados pagãos pela Igreja Católica. Como não era possível dar fim a uma tradição tão antiga, a Igreja adaptou essa celebração a seu calendário de festividades no século 4. Estava iniciada a Festa Joanina, que recebeu este nome em homenagem a São João Batista, um dos santos mais importantes celebrados em junho -- os outros são Santo Antônio (no dia 13) e São Pedro (no dia 29).

Segundo a religião, quando São João Batista nasceu, no dia 24 de junho, sua mãe, Isabel, queria dar a notícia à prima Maria. Como naquela época não existia telefone, ela combinou que acenderia uma fogueira logo após o parto. Assim que Maria visse o sinal de fumaça, saberia do nascimento. Essa seria a explicação católica para a fogueira de São João.

E aqui no Brasil, como será que surgiram as festas juninas? Os índios também realizavam rituais em junho para que a colheita fosse boa. A diferença é que, como estamos no hemisfério sul, em junho ocorre o solstício de inverno, com o dia mais curto e a noite mais longa do ano. Quando os portugueses chegaram aqui, no século 15, passaram a comemorar as festas juninas da mesma forma como faziam na Europa. Da mistura das comemorações dos índios com as dos portugueses, as festas juninas foram ganhando a forma que conhecemos hoje.

Antigamente, também, existiam práticas de adivinhações nas festas juninas. Acreditava-se que algumas pessoas tinham o poder de ler a sorte e prever o futuro. Por isso, muitas mulheres iam às festas para descobrir com quem casariam.

Naquela época, era de interesse da Igreja abençoar esse tipo de festa -- cheia de comida e dança -- para tentar converter infiéis, como os índios e os escravos africanos. Hoje, os festejos juninos não têm mais o cunho religioso que tinham no passado e independem da Igreja para existir. Fazem parte de uma celebração popular que pertence a todos: bairros, colégios, clubes, secretarias de turismo etc. Além disso, ao se misturar com a cultura indígena e africana, a festa junina brasileira recebeu características próprias...

No Nordeste, a festa junina é uma das mais importantes do ano. Ela é comemorada nos sítios, paróquias, arraiais, casas e cidades. Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande na Paraíba, realizam as maiores festas juninas do Brasil. Em Caruaru, foi feito certa vez o maior cuscuz do mundo, que pesava 700 quilos, como está registrado no livro dos recordes! No Sul e no Sudeste, podemos destacar danças como o jongo e o samba rural, que animam ainda mais a festa junina, e a gostosa presença, principalmente no Sul, de pratos à base do pinhão, fruto regional.

Com maior ou menor destaque, as festas juninas ainda são realizadas em todas as regiões do Brasil e representam uma das manifestações culturais mais importantes e ricas do nosso povo.

Doces à base de milho e leite de coco, comidas feitas com mandioca, os ritmos de forró misturados à quadrilha e até mesmo o pão-de-queijo mineiro fazem dessa tradição um festival de brasilidade! Ficou curioso para saber um pouco mais sobre as características da festa junina no Brasil?

Sarita Coelho
Ciência Hoje das Crianças
25/06/02

domingo, 19 de abril de 2009


AS 5 METAS DO COMPROMISSO TODOS PELA EDUCAÇÃO:

Até 7 de setembro de 2022...(ano do bicentenário da independência):

1 - Toda criança e jovem de 4 a 17 anos estará na escola.

2 - Toda criança de 8 anos saberá ler e escrever.

3 - Todo aluno aprenderá o que é apropriado para sua série.

4 - Todos os alunos vão concluir o Ensino Fundamental e o Médio.

5 - O investimento na educação básica será garantido e bem gerido.

www.todospelaeducacao.org.br