Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Relatório das atividades do projeto do Infantil IV - B.



O Pequeno Príncipe, o belo clássico da literatura mundial de Saint-Exupéry, abriu espaço para as mais variadas formas de ensinagem e as mais diversas ações.

Como atividades pedagógicas realizamos:


  • confecção das personagens com bonequinhos de tecido;

  • confecção dos planetas visitados pelo príncipe com jornais e tinta;


  • confecção dos pássaros;


  • confecção da rosa com dobradura de celofane;


  • pintamos o céu da noite e do dia;

  • falamos de galáxias e corpos celestes;

  • falamos da flora e fauna brasileira;

  • fizemos a leitura cartográfica do mapa-múndi, do mapa do Brasil e do mapa ilustrado do município de Bragança Paulista, com destaque para lugares conhecidos e animais encontrados no entorno da cidade;
  • trabalhamos com escrita espontânea envolvendo as mais diferentes palavras;



  • fizemos contagem e quantificação de elementos a partir da quantidade de planetas visitados;

  • abordamos questões de educação ambiental trazendo temas como cuidado com o meio ambiente e com o saneamento do meio no qual a criança esta inserida;


  • tratamos da convivência ética na educação infantil e da noção de generosidade;
  • estabelecemos vínculos afetivos entre as coisas e as pessoas e entre as pessoas;


  • falamos sobre a geologia terrestre e sobre fenômenos naturais, tanto que montamos um vulcão;


  • plantamos árvores na escola e conversamos sobre o cuidado que devemos ter com as árvores bebês para que cresçam de maneira saudável ( a alusão a infância da árvore, remete aos cuidados na infância das próprias crianças) ;

  • no momento estudamos as formigas , que infestam os jardins da escola e serão prejudiciais às árvores, e precisarão ser retiradas;


  • desenhamos, pintamos, modelamos e brincamos tendo os elementos essenciais dessa história sempre muito presente em nosso dia-a-dia. A referência ao enredo da história sempre foi constante, tanto que o cantinho do Pequeno Príncipe é algo fixo na sala.

As árvores foram plantadas em função da necessidade de reflorestamento da área, mas supomos que foram plantadas em função da visita do Principezinho ao Brasil e a nossa escola. Assim podes perceber que o jogo simbólico é uma constante em nossas atividades.

Um breve comentário: Não encontrei nada pronto na Internet sobre trabalhos pedagógicos voltados para educação infantil que trabalhasse com esse livro. Talvez porque essa história não seja para crianças tão pequenas, dada sua complexidade. Fui ajustando e criando coisas através de um pensamento simples " a história era apenas uma geradora para o projeto: A criança dentro de cada um de nós", assim comecei a pensar em como eu gostaria de ouvir essa história e como gostaria de aprender sobre as informações que ela traz. Desta forma, passei a ouvir as crianças e procurar, através de suas falas, costurar as tramas do livro em seus interesses, que são vários e simultâneos.


Foi fácil? Não!!

Prazeroso? Muito!!!
Atingiu aos objetivos? Superaram os objetivos!

Agora, se você quiser folhinha de atividades e receita pronta... desculpe-me, não tenho!
Só uma sugestão... seja criativa!!! Seja creança também!!! Conte essa história através de dramatizações, não leia esse livro para eles.. apaixone-se pelo universo do Pequeno Principe e divida essa paixão, assim várias ideias surgirão.


Professora Débora

sexta-feira, 26 de março de 2010

Botando para fora – auto-expressão pela Arte


O propósito da arte no currículo da educação infantil é estimular as crianças a explorarem meios artísticos e proporcionar um veículo para a expressão criativa de cada criança.
Fazer arte não é imitar o trabalho dos outros (o modelo do professor), nem colorir um desenho.

A arte é um processo, e não um produto.

Ela costuma ser confusa e incompleta, segundo os padrões adultos, mas é uma representação do mundo da criança, de como ela o enxerga e consegue expressá-lo.
Seu papel como professor é estabelecer um ambiente propício à criatividade, proporcionando materiais adequados e mantendo a atitude correta. Uma variedade de materiais adequados para o nível evolutivo de cada criança promove as habilidades criativas que TODAS as crianças possuem.

Respeite o trabalho de cada uma; evite comparações e julgamentos.
O esforço de cada uma é suficientemente valioso para ser apresentado, mas não é necessário apresentar o trabalho de todas as crianças ao mesmo tempo. Menos vale mais na sala de aula da educação infantil. Escolha três ou quatro crianças por semana e apresente seus trabalhos artísticos. Todos irão parar para dar uma olhada no trabalho dos “artistas da semana”.

Peça que as crianças falem sobre seus trabalhos. “Fale-me sobre sua pintura” indica interesse no trabalho; “O que é isso?” pode fazer a criança sentir-se inadequada em sua expressão artística. Uma atmosfera rica e um professor carinhoso e instruído são componentes o artista em desenvolvimento.

O uso dos materiais de maneira que os limites sejam determinados apenas pelos meios artísticos fornecidos e pela imaginação da criança possibilita que elas expressem a sua percepção única do mundo.

Este capítulo oferece atividades abertas, nas quais todas as crianças podem se sentir hábeis e o processo é mais valorizado do que o produto. São fornecidas experiências com uma variedade de meios e de formas artísticas, juntamente com sugestões para outras aplicações.


Curiosidades sobre o cérebro



✩ A capacidade de segurar um pincel ou um lápis de cera baseia-se no hemisfério cerebral esquerdo.
Os aspectos da arte ligados à emoção e à comunicação baseiam-se no hemisfério direito.
✩ A criatividade atinge o seu máximo nos anos da educação infantil.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ROMERO BRITTO

No segundo bimestre, a turminha do Infantil III -B, apostou nas Artes , optando tambem , pelo artista ROMERO BRITTO, com o objetivo de despertar o interesse na apreciação das imagens artísticas, contemplando suas linhas, formas e cores e inspirar-se nelas para manifestar espontaneamente suas expressões e impressões.

Desenvolver a habilidade para "ler o mundo" com sensibilidade e criatividade, explorando os elementos do seu entorno, para poder expressá-lo na forma artística.

EXPLORANDO ROMERO BRITTO
Obras que foram feita a releitura:
Borboleta
Bola
Gato
Primeiro momento -Releitura (apreciação e reflexão)
Segundo momento: Expressão e Exploração de cores, instrumentos e suportes.


No papelão com rolinho e trincha


Com escova de dente


no azulejo

No jornal

Releitura: Beach Ball - Bola de Praia- Pintura e colagem

Tridimensional - Colagem com Tecido

Releitura - Gato - na embalagem tetra pac

quinta-feira, 4 de junho de 2009

DESENHO E CANÇÃO: arte em estado puro..

A turminha do infantil IV-C esta afiadíssima no desenho.

Essa galerinha adora fazer suas representações, não importa se é na folha, no chão, na parede... com lápis, canetinha, giz ou pedacinho de terra, o negócio deles é desenhar!
Observando, e é claro, propiciando a instalação dessa situação, resolvi atrelar duas expressões artísticas a um terceiro item que é a imaginação fértil dessas crianças na idade da fantasia.
Busquei uma canção que somasse um belo, rico e bem construído poema, uma melodia cheia de surpresas de arranjo e harmonia e uma relação de identidade pessoal.
A canção escolhida foi CIRANDA DA BAILARINA de Chico Buarque, com uma bela interpretação de Adriana Calcanhoto.
Meus fofinhos... ops!... Desculpe... Meus aluninhos (Olha, eles são uns cuti-cuti mesmo) ouviram várias vezes essa canção, até o ponto de cantarolarem junto com a intérprete enquanto brincavam.
A música os envolveu!
Montei, então, a trama para que transformassem essa canção em desenho e veja o resultado.
As representações têm movimento, tem luz, cor, sentimento... são pura arte ou arte pura.
Howard Gardner em seu livro ARTE, MENTE E CÉREBRO, (1982, p.117) faz uma bela explicação, sobre essas expressões artísticas da criança, quando escreve:
“Sente-se que a criança esta falando diretamente através dos desenhos, cada linha, contorno e forma transmitem tanto sentimentos interiores quanto temas explícitos nos esforços da criança pequena para entender o mundo.”
Ele ressalta também que:
“... um momento em que, mais do que qualquer outro, a criança efetua traduções fáceis entre sistemas sensoriais; em que cores podem prontamente evocar sons e sons podem prontamente evocar cores; em que movimentos de mão sugerem linhas de poesia, ou linhas de verso estimulam uma dança ou uma canção.”
E assim essa atividade se deu: a canção virou desenho e o desenho a dança da bailarina, num momento em que a criança tornou-se ela própria letra e música dessa canção.
Um abraço, professora Débora







quinta-feira, 14 de maio de 2009

COR E ALEGRIA NAS PINCELADAS DE ROMERO BRITO

Este é o título do projeto que se iniciou na sala do INFANTIL V - A , com o objetivo de fazer as crianças a ampliar gosto pela arte; a aprender a apreciar obras de arte e a adquirir conhecimento sobre artistas; a conhecer e fixar as cores e formas geométricas; a expressar emoções e sentimentos;... explorando diferentes materiais, utilizando o desenho, técnicas de pintura, modelagem e dobradura.


“Para mim, a Arte reflete a celebração das coisas simples e gostosas da vida"
(Romero Brito)

De acordo com a biografia de Romero Brito, aos oito anos de idade, ele começou a pintar em sucata, papelão e jornal, e esta foi a primeira releitura realizada pelos alunos.




sábado, 28 de março de 2009

Atividades artísticas na educação infantil: Porque ir além dos esteriótipos?

Por ser um assunto muito discutido por nossa equipe, e por estarmos à véspera de uma data muito trabalhada na rotina escolar, resolvemos abrir este espaço para a exploração e reflexão deste tema que gera muitas polêmicas. Escolhemos e postamos um artigo que poderá dar suporte a esta reflexão. Leia e compartilhe conosco sua opinião a esse respeito.

Equipe da Ivonne





Qual a importancia de trabalharmos as Datas Comemorativas?

"A vontade de escrever esse artigo vem de presenciar as dúvidas cotidianas dos professores de Educação Infantil, com os quais tenho trabalhado, sobre as atividades artísticas na escola, seu papel, seus encaminhamentos, sua pertinência. Todas elas estão quase sempre ligadas ao que “pode e não pode”, ao que “deve e não deve” ser feito, dentro de uma proposta que prioriza a construção do conhecimento na criança. Sim, porque se essa não for a proposta da escola tudo fica bem mais facilitado. As prateleiras das livrarias e bibliotecas estão cheias de livros com receitas de atividades absolutamente descompromissadas com um pensamento artístico-educacional construtivista.


Infelizmente, o que ainda hoje se faz, na maioria das escolas, são atividades artísticas que não passam de um arremedo empobrecido e vazio, proposta ultrapassada e excluída do pensamento artístico-educacional da contemporaneidade por não representar as possibilidades de profunda e consistente transformação por meio do fazer artístico.

Muito já foi dito sobre a possibilidade de as manifestações artísticas iniciadas nos primeiros anos de vida serem significativas na formação de indivíduos socialmente adaptados e felizes. Porém, que tipos de manifestações o professor pode promover que tenham um efetivo papel nessa formação? Colorir “dentro” de desenhos prontos - feitos pelos próprios professores ou retirados de livros e revistas - colar algodão ou macarrão em folhas de papel colorido, carimbar as mãozinhas em cartolinas para fabricar cartões para os pais?

Não há receitas de como promover atividades significativas. É a formação e sensibilidade do professor que está na base de todas as questões, uma formação que ultrapassa o universo dos livros e das palestras e invade as esferas sociais e familiares.



Acredito que um dos vazios preocupantes nessa formação é o da constituição de um olhar mais crítico e atento sobre as imposições de nossa sociedade de consumo, bem como uma excessiva benevolência para com a mesma. Uma visita às escolas nas proximidades de datas comemorativas, sejam elas religiosas ou sociais, faz saltar aos olhos - e aos ouvidos muitas vezes - os problemas dessa complacência com a cultura do consumismo.



Pensemos na Páscoa, já que ela está por perto. Os coelhos invadem os ateliês e as salas de aula com uma potência indescritível. Proliferam-se em número absurdo e impensável. São máscaras, fantasias, cartões, cartazes, músicas e jogos, desenhos, colagens, pinturas, histórias e brincadeiras... Todas com o coelho. Ou melhor dizendo: com o estereótipo de um coelho. Aquele de olhos vermelhos e pêlo branquinho, de nariz cor-de-rosa e dois dentes enormes pendurados no focinho. Um coelho e seus ovos, por mais esdrúxulo que isso possa parecer. E, se os significados dessa festa e de seus símbolos, em geral, não são conhecidos nem pelos professores, nem pela direção das escolas, muito menos o são pelas crianças, que se vêem envolvidas nesse mar de comemorações e, logicamente, apenas dançam conforme a música.

Não estou aqui sugerindo que as escolas neguem-se a comemorações de qualquer espécie e passem a fazer panfletagem contra a sociedade de consumo. Apenas acredito que o desenvolvimento de um olhar crítico sobre as datas comemorativas, por exemplo, possa ser de grande valia na constituição do pensamento e das ações dessas crianças que hoje são incitadas a comer, cantar e produzir coelhos apenas porque o ato de comprar e revender mercadorias tem um poder tão absoluto em nosso meio social. As comemorações podem ser feitas, sim, pelas escolas e demais instituições, mas não precisam ser apenas e unicamente reflexos desse consumo exacerbado, que vem se intensificando ano após ano.Nos dias que antecedem a Páscoa, é difícil distinguir se estamos numa escola ou num supermercado. O problema do coelho e dos ovos proliferando-se nas atividades artísticas das crianças é a velha e boa questão: PARA QUÊ?

Se o interesse é promover a união e a confraternização entre os alunos e professores, por exemplo – um dos sentidos da Páscoa é a comunhão coletiva - porque não pensar em fazê-lo buscando outras referências distantes das que o comércio nos dá à exaustão?

Certamente existem diversas maneiras de rompermos com os empobrecidos estereótipos dos quais se revestem as datas comemorativas e fazermos delas um momento significativo para nossas crianças, tão terrivelmente bombardeadas por ideais consumistas. A escola tem papel fundamental nessa construção, porém é preciso aguçar os ouvidos e os olhares, atentar os sentidos todos e cutucar as idéias para que a imaginação dê conta de tarefa tão valorosa.

Podemos pensar na idéia mesma de “comemorar” - trazer à memória, fazer recordar - e criar, por exemplo, um calendário inventado pela classe ou por toda a escola. Que tal comemorar o Dia do Desenho Maluco, o Dia de Contar Histórias, o Dia do Medo, o Dia de Lembrar Sonhos, ou qualquer outra questão que seja significativa para as crianças e/ ou para os professores? Não faz mal nenhum para as crianças se repetirmos na escola as atividades promovidas pelos shoppings centers, mas... Qual o resultado disso? Essas atividades colaboram de que maneira na construção de seu mundo cognitivo e emocional?

Costumo dizer que as crianças pequenas estão apenas "engolindo" o mundo por todos os poros e buracos que podem usar para tal. Essas crianças vão se expressar plasticamente de maneira rica e diferenciada, quanto mais materiais e incentivos tiverem à disposição, mas o que vai haver de diferente no trabalho de cada uma, se todas ganharem um mesmo contorno de coelho para ser colorido? Ou todas pintarem individualmente uma mesma árvore de natal?

Então, uma boa lembrança é sempre perguntarmos o porquê e o como de cada atividade, antes de passá-las aos nossos alunos, pois o grande perigo é nos transformarmos também em simples comerciantes ou mercadores, senão de ovos de chocolate, de idéias."

-Ana Teixeira- Arte Educadora

http://www.anateixeira.com/edu/projetos.htm

quarta-feira, 11 de março de 2009

"Iniciação à arte para crianças pequenas"

"É o processo, não o produto."
As crianças de zero a quatro anos de idade exploram a arte como uma experiência de aprendizado ou uma vivência e estão mais interessados em fazer arte do que em produzir um belo "produto final"...assim, o trabalho do adulto é simplesmente deixar que esse processo aconteça!!! MaryAnn Kohl

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terça-feira, 10 de março de 2009

ADORAMOS FAZER ARTE!!!!!


Crianças pequenas são como exploradores em uma aventura no território novo e empolgante das experiências, descobrindo a tinta junto com suas possibilidades e seus resultados.

Um dos melhores aspectos do uso da tinta é o fato de que não é necessário muito esforço para cobrir uma área grande (as crianças gostam de “grande”).

As crianças pequenas gostam de utilizar a tinta mais do que de criar uma pintura acabada. A frase “é o processo, não o produto” nunca foi tão verdadeira ou tão óbvia quanto nos momentos em que utilizam esse material.

Elas gostam de sobrepor a tinta, misturar as cores até que não se possa reconhecê-las, descobrir como funciona um pincel e investigar os mistérios daquilo que uma tinta pode ou não pode fazer.

O trabalho do adulto é apenas “deixar acontecer”, dispondo uma quantidade ampla e variada de materiais para a criança e simplesmente admirando seu avanço no processo de descoberta artística.

Esteja pronto para ajudar a transportar pinturas molhadas para locais de secagem, para ter à mão esponjas e baldes de água ensaboada e para alcançar prontamente um rolo de papel.

Não há jeito certo ou errado de pintar – apenas o jeito da criança!


Infantil III - B
Explorando a magia das cores e diferentes temperaturas com
TINTA MORNA DE AMIDO
...a princípio, um mingau transparente...

VÍDEO:

Colorindo a tinta com a anilina

...transformação...

João Lucas

Thomas, Camilly e Fernanda

sentindo a diferença de temperatura... tinta morna no azulejo gelado...

...diversas sensações...

...com as mãos...

...com os dedos...

..até as unhas...

Jennifer - Infantil IV - A

... No Berçário...

Paulo infantil IV B - azul ou amarelo? Eis a questão!!

Receitinhas de Tintas para Pintura com Mãos e Dedos

Tinta de amido

Misture previamente 1/2 xícara (120 ml) de amido
e 1/2 xícara (120 ml) de tinta guache
líquida em uma xícara.
Com uma colher, ponha um pouco da mistura sobre
o papel para pintar com os dedos.
Tinta superfácil (feita pelas próprias crianças)
Coloque uma pequena porção de amido em
um pedaço de papel, jogue uma ou duas colheres
(15-30 ml) de têmpera líquida em cima. Estimule a
criança a misturar a tinta com as mãos, espalhando
e pintando com seus dedos.

Tinta morna de amido
Dissolva uma xícara (240 ml) de amido de milho em
1/2 xícara (120 ml) de água fria e reserve. Ferva três
xícaras (720 ml) de água em uma panela, em fogão
ou chapa quente (somente adulto). Retire a panela
do calor e acrescente a mistura de amido de milho à
água quente, mexendo sempre. Coloque a panela de
volta ao fogão e ferva a mistura por cerca de um
minuto, até que fique transparente e grossa.
Acrescente 1/2 colher de chá (2 ml) de corante de
comida (certifique-se de que o amido de milho
esteja dissolvido antes de acrescentar o corante, ou
ficará granuloso). Deixe que a tinta esfrie; estimule a
criança a pintar com a tinta morna (não quente).

Tinta cremosa de sabão em pó
Coloque duas xícaras (480 ml) de água morna em
uma tigela. Acrescente uma xícara (240 ml) de sabão
em pó e bata com uma batedeira elétrica até que
esteja grosso. Junte meia colher de chá (2 ml) de
corante de comida. Com uma colher, coloque tinta
sobre o papel para a pintura com os dedos
(certifique-se de utilizar sabão neutro, e não sabão
em pó comum. Você também pode ralar uma barra
de sabão para fazer seu próprio pó). Não coloque a
parte que não for utilizada na pia, pois poderá
entupir os canos.
Pintar com os dedos é “a” experiência de pintura
clássica para crianças. Escorregadia, fria e
pegajosa, a tinta nos dedos proporciona uma
atividade sensorial divertida (e importante) para
que as crianças façam suas descobertas com as
mãos, espalhando e fazendo escorrer no papel,
descobrindo desenhos criados pelas unhas, pelas
pontas dos dedos e pelas palmas das mãos.

Guache para pintar com os dedos, fácil de
limpar

Misture 1/4 de xícara (60 ml) de guache com 1/8 de
xícara (30 ml) de sabão líquido. Com uma colher,
coloque a mistura sobre um pedaço de papel para
pintar com os dedos.