Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP
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sábado, 14 de agosto de 2010

INFANTIL “I” APRENDENDO PRA VALER!!

UMA MANHÃ DE ATIVIDADES AO AR LIVRE!!!

1- ADUBANDO O CANTEIRO…

Desde muito cedo as crianças da escola Ivonne têm a oportunidade de ter contato com o conhecimento científico por meio de diferentes atividades que as colocam em contato com o meio ambiente.

UTILIDADE PÚBLICA: Compostas por 94% de carbonato de cálcio, as cascas de ovos de frango são excelente fonte dessa substância e podem ser uma alternativa ao produto de origem industrial.

É mais um mito do que realidade, mas, os usuários garantem que a casca de ovo fornecerá nutrientes para a planta:PICT0157 A casca de ovo realmente contém muito cálcio. Mas quanto tempo será que vai levar para a plantinha, com suas raízes fininhas conseguir sugá-lo e transportá-lo?

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2- CUIDANDO DA HORTA…

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A horta faz parte das ações do infantil II e III neste ano, mas a turma do infantil I está dando uma forcinha: PICT0165As crianças pequenas têm necessidade de agir e aprender sobre o que os rodeia, para tanto, eles utilizam olhos, nariz, ouvidos, boca, mãos e pés…

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3- OBSERVANDO O AMBIENTE IMEDIATO…

Por meio da exploração, da curisidade, da observação e dos questionamentos que fazem aos adultos, as crianças buscam entender o como e o porquê as coisas acontecem no mundo.

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À medida que vão trabalhando com isso, os pequenos adquirem informações sobre o mundo e constroem a gênese do conhecimento sobre as características dos objetos, da natureza e do espaço que os cercam. PICT01804- HORA DA NOVIDADE… OBA!!

A exploração dos objetos e das brincadeiras se baseia na ideia de que a criança brincando desenvolve a capacidade de imaginar, se insere na cultura e na sociedade e aprende a viver em grupo.PICT0170

Sozinha ou em grupo, a criança usa todos os recursos de que dispõe para para explorar o mundo, ampliar percepções, organizar o pensamento e trabalhar com afetos e sentimentos.PICT0172

OBA!!! VAMOS BRINCAR COM AS PANELINHAS?PICT0179

Por meio do jogo simbólico (faz de conta), a criança passa a dar diferentes significados a um único objeto.PICT0173O faz de conta é o primeiro contato da criança com as regras e com o papel de cada membro do grupo. Tem ainda uma função importante na regulação das próprias emoções, além de desenvolver a linguagem, imaginação e reforçar a identidade. PICT0176 POR HOJE É SÓ!!

Nesta manhã ensolarada, através destas atividades e do conhecimento das educadoras sobre as orientações didáticas contidas nos Referencias Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, as crianças tiveram contato com diversos eixos curriculares, veja só:

  • NATUREZA E SOCIEDADE (orientações didáticas crianças de 0 a 3 anos):
  • Observação e exploração do meio;
  • Contato e cuidado com plantas;
  • Brincar, explorar e utilizar diferentes objetos de diferentes formas.
  • LINGUAGEM ORAL (orientações didáticas crianças de 0 a 3 anos):
  • Situações de fala, escuta e compreensão da linguagem.
  • IDENTIDADE E AUTONOMIA (orientações didáticas crianças de 0 a 3 anos):
  • Situações de interação em que objetos possam ser utilizados em jogos diversos de faz de conta;
  • Situações que possibilitem a elaboração e construção mental da imagem de um objeto ou pessoa ausente;
  • Situações e brincadeiras que utilizam a imitação.

ATÉ A PRÓXIMA!!!

domingo, 4 de julho de 2010

EU USO E NÂO ABUSO: BIODIVERSIDADE

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Turminha infantil II - Prô Michele e Turminha Infantil III - Prô Lurdes
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Primeira parte
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do projeto realizado pelo infantil II e III, cujo tema central é a
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BIODIVERSIDADE
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Um dos programas do nosso projeto foi dar continuidade aos cuidados e cultivo da horta da nossa escola.
Esse é um tema que gera muita curiosidade nas crianças. Elas geralmente formulam muitas hipóteses sobre os seres humanos, animais e plantas.
Para que as crianças possam ampliar seus conhecimentos acerca desse tema , é preciso planejar situações em que tenham oportunidade de conviver e observar animais, cultivar plantas e se responsabilizar por eles.


Conteúdos
• Conhecimento dos cuidados básicos de pequenos animais e vegetais por meio de sua criação e cultivo;

• Percepção dos cuidados necessários à preservação da vida e do meio ambiente ;

• Valorização da vida nas situações que impliquem cuidados prestados a animais e plantas.

Seqüência didática


Objetivos :
*Criar uma horta e cuidar dela;
*Observar o desenvolvimento de um ser vivo;
*Valorizar o meio ambiente.


Turma
Infantil II e III

Tempo estimado
Cultivo permanente

Material necessário
Terra, cascas de frutas e legumes, mudas ou sementes, regador, pá de jardim, imagens do que será plantado, plástico transparente, fita adesiva e palitos de churrasco.

Desenvolvimento
Antes de começar, verifique a melhor época para plantar a espécie escolhida. Além das verduras, raízes (como cenoura) despertam curiosidade nos pequenos: eles ficam ansiosos para retirá-las da terra.

1ª ETAPA
Pergunte quem conhece uma horta. Para que serve? Conte que os vegetais são seres vivos. Por isso, precisam de cuidados, como sol e água.

2ª ETAPA
Que ingredientes são usados em uma salada? Registre as respostas – delas podem surgir boas idéias para receitas. Leve as crianças ao refeitório e mostre alguns vegetais. Alerte para a importância de lavar bem as mãos antes de tocar na comida.

3ª ETAPA
Aqui a horta começa realmente. Faça uma placa com o nome da criança, a data e uma foto da planta de que ela vai cuidar. Proteja o papel com plástico para não molhá-lo quando a horta for regada. Depois cole as fichas em palitos de churrasco e entregue-as à turma. Num canto ensolarado, proponha às crianças que revolvam a terra com pazinhas. Cada uma deve fazer um pequeno buraco, transplantar sua muda ou semente, apertar a terra em volta e molhá-la. Fotografe para que todos comparem essa etapa com as outras.

4ª ETAPA
A horta precisa de cuidados diários: água (fora dos horários de sol a pino) e observação para detectar pragas. O que acontece se as plantas não receberem água ou luz suficiente? Use duas plantas extras: uma ficará sem ser regada. A outra, coberta por uma caixa. Estimule as crianças a entender por que vão murchar.

5ª ETAPA
Separe as fotos com o passo-a-passo da horta e peça que as crianças coloquem em ordem, avaliando o crescimento das plantas.

6ª ETAPA
Hora da colheita. Na cozinha, as crianças podem lavar as plantas.

Produto final
Horta, colheita dos produtos

Avaliação
Compare observações, dúvidas e comentários ao longo do processo.

Confira as imagens:

Preparando a terra




Apresentação e estudo das sementes






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Ao mexer com a terra tivemos contato com espécies que nela vivem e que são muito importante para todo o processo , como a minhoca que levamos para a sala e tambem virou objeto de estudo.
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Tudo era registrado
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Replantio

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Regar é um processo muito importante, que deve ser feito diariamente.
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sábado, 5 de junho de 2010

A importância da psicomotricidade no processo de aprendizagem
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Infantil I - circuitos com pneus
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A Psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo. Por isso dizemos que a mesma é um fator essencial e indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança. A estrutura da Educação Psicomotora é a base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem da criança. O desenvolvimento evolui do geral para o específico; quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, o fundo do problema, em grande parte, está no nível das bases do desenvolvimento psicomotor..
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Caixa de explorações.
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Durante o processo de aprendizagem, os elementos básicos da psicomotricidade são utilizados com freqüência. O desenvolvimento do Esquema Corporal, Lateralidade, Estruturação Espacial, Orientação Temporal e Pré-Escrita são fundamentais na aprendizagem; um problema em um destes elementos irá prejudicar uma boa aprendizagem.
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Uso do MILHO como objeto de aprendizagem
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Movimentos Manipulatórios/Exploratórios
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Trabalhando o movimento de pinça
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Explorando as Texturas
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O ato antecipa a palavra, e a fala é uma importante ferramenta psicológica organizadora. Através da fala, a criança integra os fatos culturais ao desenvolvimento pessoal. Quando, então, ocorrem falhas no desenvolvimento motor poderá também ocorrer falhas na aquisição da linguagem verbal e escrita. Faltando a criança um repertório de vivências concretas que serviriam ao seu universo simbólico constituído na linguagem, conseqüentemente, afetando o processo de aprendizagem. A criança, cujo desenvolvimento psicomotor é mal constituído, poderá apresentar problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras (ex: b/d), na ordenação de sílabas, no pensamento abstrato (matemática), na análise gramatical, dentre outras.


.Infantil IV -B Habilidades Motoras na modelagem
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Muitas escolas ainda mantém o caráter mecanicista instalado na Educação Infantil, ignorando a psicomotricidade também nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Os professores, preocupados com a leitura e a escrita,
muitas vezes não sabem como resolver as dificuldades
apresentadas por alguns alunos, rotulando-os como portadores de distúrbios de aprendizagem. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas na própr
ia escola e até evitadas precocemente se houvesse um olhar atento e qualificado dos agentes educacionais para o desenvolvimento psicomotor.


Segundo Wallon, nesse período outras fases estarão presentes e assim as descreve:

Na educação infantil, a prioridade deve ser ajudar a criança a ter uma percepção adequada de si mesma, compreendendo suas possibilidades e limitações reais e ao mesmo tempo, auxiliá-la a se expressar corporalmente com maior liberdade, conquistando e aperfeiçoando novas competências motoras.
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.Infantil II - Exploração do espaço
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.Infantil III - Expressividade
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O movimento e sua aprendizagem abrem um espaço para desenvolver:

• Habilidades motoras além das dimensões cinéticas, que levem a criança aprender a conhecer seu próprio corpo e a se movimentar expressivamente;

• Um saber corporal que deve incluir as dimensões do movimento, desde funções que indiquem estados afetivos até representações de movimentos mais elaborados de sentidos e idéias;

• Oferecer um caminho para trocas afetivas;

• Facilitar a comunicação e a expressão das idéias;

• Possibilitar a exploração do mundo físico e o conhecimento do espaço;

• Apropriação da imagem corporal;

• Percepções rítmicas, estimulando reações novas, através de jogos corporais e danças;

• Habilidades motoras finas no desenho, na pintura, na modelagem, na escultura, no recorte e na colagem, e nas atividades de escrita.

Os materiais que colaboram para as experiências motoras p
odem incluir:

• Túneis para as crianças percorrerem;

• Caixas de madeira;

• Móbiles;

• Materiais que rolem e onde as crianças possam entrar;

• Instrumentos musicais ou geradores de som (bandinhas de diversos objetos etc.);

• Cordas;

• Bancos, sacos de diversos tamanhos, pneus, tijolos;

• Espelhos, bastões, varinhas;

• Papéis de todos os formatos;

• Giz, lápis, canetas hidrográficas (de diversos tamanhos);

• Elásticos e outros.

Enfim, estimular atividades corporais, para além da sala de aula, propiciando experiências que favorecerão a motricidade, auxiliariam os alunos d
e ritmo normal e os de aprendizagem lenta a vencer melhor os desafios .
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.Atividades envolvendo a mobilidade
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As crianças estão sempre em movimento, se deslocando entre ações incertas, aleatórias, em função de sua curiosidade com o mundo, para a construção de interesses próprios mais claros. A escola pode aproveitar esse movimento ou, então, pode inibi-lo de tal modo que desencoraje a criança em sua pesquisa
com o meio.
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.Infantil III B -Expressividade, utilizando elementos naturais

A atitude da escola frente à espontaneidade do movimento de cada criança poderá senão determinar, pelo menos influenciar fortemente o rumo do processo de aprendizagem da criança. A escola que trabalha com especial atenção para o desenvolvimento psic
omotor da criança tende a contribuir no bom aprendizado.
.Infantil III -B Sequência didática com Arcos
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.. Explorando o espaço e materiais alternativos
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A educação psicomotora nas escolas visa desenvolver uma postura correta frente à aprendizagem de caráter preventivo do desenvolvimento integral do indivíduo nas várias etapas de crescimento.

A educação psicomotora ajuda a criança a adquirir o estágio de perfeição motora até o final da infância (7-11 anos), nos seus aspectos neurológicos de maturação, nos planos rítmico e espacial, no plano da palavra e no plano corporal.
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.Infantil IV - A - Brincadeiras de Roda
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O ideal seria que todos os educadores tivessem como alicerce para as suas atividades a psicomotricidade, pois fariam com que as crianças tivessem liberdade de realizar experiência com o corpo, sendo indispensável no desenvolvimento das funções mentais e sociais.
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Desenvolvendo, assim, pouco a pouco, a confiança em si mesma e o melhor conhecimento de suas possibilidades e limites, condições necessárias para uma boa relação com o mundo. É interessante levar a criança a expor fatos vivenciados, com a finalidade de estabelecer uma ligação entre o imaginário e o real.
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.Infantil IV - B Dinâmicas.
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A autenticidade e a cumplicidade das relações no campo educacional, que podem ocorrer espontaneamente favorecem enormemente o desenvolvimento das habilidades psicomotoras de forma motivante e altamente significativa, facilitando assim, a aprendizagem e o desenvolvimento global das crianças.
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.Explorando os espaços
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Para que haja intercâmbio entre professor X aluno X aprendizagem, o trabalho da psicomotricidade é da mais valiosa função, tanto no maternal como na pré-escola e alfabetização, por haver um estreito paralelismo entre o desenvolvimento das funções psíquicas que são as principais responsáveis pelo bom comportamento social e acadêmico do homem.

Quanto à parte mental, se a criança possuir um bom controle motor, poderá explorar o mundo exterior, fazer experiências concretas que ampliam o seu repertório de atividades e solução de problemas, adquirindo assim, várias noções básicas para o próprio desenvolvimento intelectual, o que permitirá também tomar conhecimento do mundo que a rodeia e ter domínio da relação corpo-meio.

Quando o professor se conscientizar de que a educação pelo movimento é uma peça mestra do edifício pedagógico, que permite à criança resolver mais facilmente os problemas atuais de sua escolaridade e a prepara, por outro lado, para a sua existência futura no mundo adulto, essa atividade não ficará mais relegada ao segundo plano, sobretudo porque o professor constatará que esse material educativo não verbal, constituído pelo movimento é, pôr vezes, um meio insubstituível para afirmar certas percepções, desenvolver certas formas de atenção, por em jogo certos aspectos da inteligência.

Bibliografia:
CURTSS, Sandra. A Alegria do Movimento na Pré-escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
GUILHERME, Jean Jacques. Educação e Reeducação Psicomotoras. Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.
LASSUS, Elisabeth. Psicomotricidade – Retorno às Origens. Rio de Janeiro: Panamed, 1984.
LEBOUCH, Jean. Educação Psicomotora: Psicocinética na Idade Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
LEBOUCH, Jean. O Desenvolvimento Psicomotor: do Nascimento aos 6 anos. Porto Alegre: Artes Médicas.
MEUER, A. de. Psicomotricidade: Educação e Reeducação: níveis maternal e infantil. A. de Meuer e L. Staes. Tradutoras Ana Maria Izique Galuban e Setsuko Ono. São Paulo: Manoel, 1989.
Fonte: Psicologia e Educação (por Luciene Rochael)