Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Ritmo de Chorinho com Carmem Miranda - no Infantil III- B

Ampliando o Repertório

Se o objetivo é tambem ampliar repertórios, que outro ritmo seria mais apropriado quando falamos de Brasil e Rio de Janeiro?

O CHORO

O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical , música popular e instrumental brasileira com mais de 130 anos de existência. Os conjuntos que o executam são chamados de regionais e os músicos, compositores ou instrumentistas, são chamados de chorões. Apesar do nome, o gênero é em geral de ritmo agitado e alegre . O choro é considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil.

Aos poucos foi apresentado este ritmo às crianças, trabalhando a apreciação musical, descobrindo os instrumentos que fazem parte desta composição e no final com a apresentação do Choro "TICO-TICO NO FUBÁ" de Waldir Azevedo.

Tico-Tico No Fubá
Waldir Azevedo


Tico-Tico
Tico-Tico
O Tico-Tico tá
Tá outra vez aqui
O Tico-Tico tá comendo meu fubá
O Tico-Tico tem, tem que se alimentar
Que vá comer umas minhocas no pomar

Tico-Tico
O Tico-Tico tá
Tá outra vez aqui
O Tico-Tico tá comendo meu fubá
O Tico-Tico tem, tem que se alimentar
Que vá comer umas minhocas no pomar

Mas por favor, tire esse bicho do seleiro
Porque ele acaba comendo o fubá inteiro
E nesse tico de cá, em cima do meu fubá
Tem tanta coisa que ele pode pinicar
Eu ja fiz tudo para ver se conseguia
Botei alpiste para ver se ele comia
Botei um gato, um espantalho e alçapão
Mas ele acha que fubá é que é boa alimentação

O Tico-Tico tá
Tá outra vez aqui
O Tico-Tico tá comendo meu fubá
O Tico-Tico tem, tem que se alimentar
Que va comer é mais minhoca e nao fubá

Tico-Tico
O Tico-Tico tá
Tá outra vez aqui
O Tico-Tico tá comendo meu fubá
O Tico-Tico tem, tem que se alimentar
Que va comer é mais minhoca e nao fubá


Uma das mais belas interpretações de "Tico Tico no Fubá" foi pela ireverente

CARMEN MIRANDA

AS CORES, O CANTO E OS MOVIMENTOS DE CARMEN MIRANDA.

Que outro personagem da nossa música une tão bem som, cor e movimento? Foi assim que Carmen Miranda com seus balangandãs, turbantes com frutas tropicais, vestidos brilhantes e coloridos, com sua dança especial e, principalmente com muita música, veio a fazer parte do nosso projeto.
Embora a imagem de Carmem Miranda tenha sido usada, até hoje, como uma espécie de símbolo do Brasil, sabemos que há uma boa dose de estereotipia na caracterização da imagem da cantora. Mesmo assim, ela é parte de nosso patrimônio cultural e artístico, ainda que muitos a considerem americanizada. Na verdade os anos em que morou e atuou no cinema americano deixaram sua marca, mas não se pode negar o papel de destaque que possui na história da música brasileira.


Foi a primeira grande estrela que representou o país para o mundo divulgando principalmente a música popular brasileira.
Nasceu em Portugal, mas veio morar no Brasil ainda bebê, na cidade do Rio de Janeiro. Havia trabalhado em uma loja de chapéus, cantado na rádio e se apresentado com os músicos do bando da lua.

Carmem Miranda de certa forma traduz em parte a imagem positiva de ser brasileiro. A alegria, a cor, o movimento, a música fazem parte de um brasil que gostamos de reconhecer como nosso. Ao cantar suas canções, conhecer e admirar esta artista, com certeza aprendemos muito sobre ela, mas também sobre nós mesmos!










































terça-feira, 15 de dezembro de 2009

projeto "Um giro pelos Ritmos do Brasil"

DANÇAS FOLCLÓRICAS


De acordo com o que estava programado, dentro do projeto "Um giro pelos ritmos do Brasil", no final do mês de novembro, os alunos do INFANTIL V - A, realizaram as duas útimas apresentações, representando a região sul do país - a Chula e a Dança das Fitas...


CHULA

CHULA, típica do Rio Grande do Sul, é dançada em desafio, praticada apenas por homens. Ela tem bastante semelhança com o lundu sapateado. A chula antigamente era usada durante os bailes, onde dois peões queriam dançar com uma mesma prenda, então desafiavam-se, aquele que fizesse o passo, em sapateio, sem erros teria o direito a dançar com esta prenda pelo resto do baile.

Hoje essa dança é mostrada apenas de forma cultural durante eventos., utilizando uma vara denominada lança, medindo cerca de 4 metros de comprimento, colocada no chão, com dois ou três dançarinos dispostos em suas extremidades. Ao som da gaita gaúcha, os dançarinos executam diferentes sapateados, avançando e recuando sobre a lança.


assistam a linda apresentação...


DANÇA DAS FITAS

DANÇA DAS FITAS, cuja origem tem várias definições, uma delas é que surgiu na Alemanha para celebrar a primavera, e homens e mulheres dançavam em volta da árvore de maio. Uma outra definição é que a dança das fitas é uma reminiscência dos rituais em homenagem aos deuses da fertilidade, quando as pessoas enfeitavam as árvores em agradecimento aos frutos dela nascidos. Essa dança se espalhou pelo mundo inteiro, e no Brasil, ela é desenvolvida no Sul do país.





sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cultura Gospel

Nosso trabalho está fundamentado no respeito a diversidade cultural das nossas crianças.

Ao elaborarmos as atividades do nosso planejamento, temos a preocupação de oferecer uma aprendizagem de qualidade, que seja significativo, que traga novos conhecimentos, mas tambem que valorize aquilo que já faz parte da realidade do nosso aluno.

Levantamos dados para o projeto brasilidade, através de uma pesquisa enviada aos pais, com a intenção de conhecer os valores culturais da nossa clientela, tradições, crenças, culinária, brincadeiras, histórias, músicas, danças, artesanatos, dentre outros valores que fazem parte da realidade de cada família.

Em respeito a cada uma destas culturas, promovemos diferentes situações onde as crianças possam se identificar e tambem ter contato com outros costumes.

Cultura Gospel
.
Recebemos a visita da Vívian, que canta e toca numa igreja evangélica, mas hoje veio cantar e tocar pra gente... confiram o vídeo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

AQUARELA DO BRASIL

brasilidade...

Projeto brasilidade - Cecília Meireles


O projeto BRASILIDADE, está envolvendo todas as turmas, mas cada professor elaborou dentro do tema, um específico de acordo à realidade e necessidades do seu grupo.

A profª Elaine com sua Turminha de Infantil III, depois de fazer a releitura de alguns artistas plásticos brasileiros e suas obras, decidiu que neste semestre escolheria a releitura de poesias e seus autores para o seu trabalho, com objetivo geral de desenvolver e ampliar os apectos da linguagem.
Depois de algumas pesquisas e sondagens, estava escolhido o autor:
CECÍLIA MEIRELES

Cecília Meireles além de ser escritora e poeta foi considerada uma folclorista Brasileira, chegou a representar o Brasil internacionalmente, por ser uma conhecedora profunda do assunto.
Pelo gosto que tinha pela sua profissão como professora e pela Cultura do povo do seu país, Cecília aprofundou-se em seus estudos nas áreas de línguas, literatura, musica e folclore.
Começou a escrever poesias aos oito anos de idade, mas ainda muito pequena, apreciava as histórias e canções que sua avó lhe ensinava, valores cultural que marcou muito sua infância e que percorreu por sua história, transferido para muitas de suas obras.


"Viagem Ao Mundo Encantado de Cecília Meireles"

É dentro desta infância replata de imaginações, curiosidades e muita sensibilidade que o projeto está sendo focado, com uma releitura da biografia e algumas das obras da autora contextualizadas com a realidade e faixa-etária das crianças, de maneira tal que se encontram absorvidas pelas histórias, músicas e preferências, muitas vezes se identificando com a menina Cecília.



O projeto iniciou com uma visita muito especial: A Cecília!

Cecília era uma menininha de cabelinhos encaracolados e olhos esverdeados que morava com sua avó Jacinta e com a babá Pedrina, desde que perdera seus pais, ainda muito pequena.


Passaram a vir quase todas as tarde na sala para contar histórias sobre suas vidas e falarem sobre as coisas que Cecília gostava. Cantamos música, brincamos de brincadeiras de sua época e lemos suas poesias.



Vovó Jacinta...

Vovó Jacinta, Pedrina e Cecília.


A babá Pedrina e o papagaio Paco, que Cecília ganhou de presente da vovó...

Descobriram ainda mais coisas sobre esta menininha tão especial:

Nasceu numa cidade chamada Rio de Janeiro, e na casa da sua avó tinha um grande quintal, onde ela gostava de ficar olhando os passarinhos cantar, os casulos das lagartas se transformando em borboletas e nas sombras das árvores ela se deitava para ver os livros que sua mamãe lhe deixara.

Cecília, desde muito pequena, adora livros e Pedrina lhe conta muitas histórias, Vovó Jacinta é muito boa na cozinha e faz um delicioso bolo com calda de Laranja... É o preferido de Cecília.


Um dia, a Cecilia nos trouxe a receita e nós fizemos o bolo na aula de culinária...

Bolo com Calda de Laranja





Cecília Tambem gostava de ...


ler ,
escrever ,
cantar,
tocar violão ,
tocar violino,
desenhar,
pintar,
viajar ,
ser professora,
fazer bolo com calda de laranja,
dormir cedo e acordar cedo,
caminhar ...



Fizemos a releitura de algumas de suas Poesias...


-Bolha
-A Bola
-Leilão e jardim
-O cavalinho branco
-Tanta tinta
-A avó do menino
-A flor amarela
-O vestido de laura
- O menino Azul

Você sabia que a nossa querida Cecília Meireles gostava

de acordar cedo para fazer o café ?

Ela sempre fazia waffle e comia com mel !

Nós tambem fizemos!





segunda-feira, 2 de novembro de 2009

'IDEIAS DE BRASIL POR BRASILEIRINHOS"






“BRASIL... MEU BRASIL BRASILEIRO... VOU CANTAR-TE NOS MEUS VERSOS”

CONHECER O BRASIL É ÓTIMO, MAS PODER RECONHECÊ-LO ATRAVÉS DE SUA FAUNA E FLORA É MAIS QUE ESPECIAL.
É ASSIM QUE A TURMA DO INFANTIL IV-C VEM DESCOBRINDO AS BELEZAS DO INTERIOR DESSE PAÍS.
ATRAVÉS DO CONTATO COM LITERATURA, CANÇÕES, ILUSTRAÇÕES E REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, AS CRIANÇAS ESTÃO DESCOBRINDO AS CORES, AROMAS, SENSAÇÕES, SONS E A DELICIOSA EXPERIÊNCIA DE SEREM BRASILEIROS.
A BRINCADEIRA COM MELECA, TINTA, PAPEL E, PRINCIPALMENTE, A CRIATIVIDADE BRASILEIRA, APARECEM NAS ESCULTURAS CONSTRUÍDAS PELA TURMA.
SÃO IDEIAS DE BRASIL FEITAS POR BRASILEIRINHOS.
VALE A PENA CONFERIR SEUS TRABALHOS.

“VEJAM ESSA MARAVILHA DE CENÁRIO... E O ASFALTO COMO PASSARELA... SERÁ A TELA... DO BRASIL EM FORMA DE AQUARELA”
CONFIRA AS FOTOS DESSE TRABALHO.


FRUTAS NATIVAS DO BRASIL E FRUTAS EXÓTICAS CULTIVADAS NO PAÍS, ÁRVORES COMO O IPÊ-AMARELO, JACARÉ-DO-PAPO-AMARELO, TUCANO DO BICO VERDE, CARANGUEJEIRA, JAGUATIRICA, MICO-LEÃO-DOURADO E PEIXE DOURADO... ESSAS SÃO NOSSAS ESCULTURAS... QUE REPRESENTAM TÃO BEM A BIODIVERSIDADE NACIONAL.

CIRANDA

A ciranda apresentada pelos alunos do INFANTIL V - A é típica das praias, mais precisamente do norte de Pernambuco. É uma manifestação bastante comunitária, não tendo nenhum preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes. Os passos das dança variam com a própria dinâmica da manifestação, mas os três mais conhecidos dos cirandeiros são: a onda, o sacudidinho e o machucadinho.

A ciranda começa com uma pequena roda de pessoas, que vai aumentando á medida que outros chegam para dançar. Não possui vestimenta própria, quem participa pode utilizar qualquer roupa, e geralmente pés descalços.


APRESENTAÇÃO...


terça-feira, 20 de outubro de 2009


DANÇANDO CARIMBÓ
Os alunos do infantil V – A realizaram, dentro do projeto “Um Giro pelos Ritmos do Brasil" mais uma apresentação de dança folclórica. Desta vez foi CARIMBÓ, dança típica do estado do Pará, localizado na região Norte. O Carimbó é considerado um gênero musical de origem negra, porém como diversas outras manifestações culturais brasileiras, recebeu outras influências, uma delas indígena. Seu nome, em tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, o curimbó. Na forma tradicional, é acompanhada por
tambores feitos com troncos de árvores. As mulheres dançam com saias coloridas muito franzidas e amplas, que vai até o pé. Pulseiras, colares de se mentes grandes, e cabelos ornamentados com flores. Os homens dançam com calças de mescla azul clara e camisas do mesmo tom, com as pontas amarradas na altura do umbigo, além de um lenço vermelho no pescoço. Todos dançam descalços.




Assistam a linda apresentação...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ANIMAIS BRASILEIROS


Este é um dos temas, que trabalhava a turma da professora Débora, quando surgiu o interesse pela aranha caranguejeira.
Depois de pesquisarem em vários livros e apreciarem muitas imagens, a professora leu para a turminha a história "A Árvore e a Aranha" de Rubem Alves. "UM BELO CONTO DE FADAS NO QUAL A ARANHA É UMA PERSONAGEM SUPER SIMPÁTICA QUE SE APAIXONA POR UM GRILO E ACABA DESCOBRINDO QUE O AMOR É A COISA MÁGICA MAIS BELA DO MUNDO E QUE FANTASIAS POSITIVAS SÃO AS MELHORES COISAS DA VIDA" Esta é a essência desse livro, que encantou e poetisou a curiosidade da turma.
Segue a sequência de atividades desenvolvidas até o momento a respeito da 'DONA ARANHA'.
A turma do Infantil IV-C construiu uma escultura da aranha caranguejeira. A estrutura foi trabalhada com jornal e fita crepe.
Depois de pronta o esquema básico, foi feita a votação da cor. A escolha caiu sobre a cor preta, porém não havia tinta preta suficiente e acabou-se fazendo a cor cinza.
Enquanto a escultura ia sendo confeccionada, a turma ouvia a estória da ‘ A árvore e a aranha’ de Rubem Alves.
Foi realizada uma votação sobre as cores da lã que representariam os pelos da aranha. Demorou um tempão até todos votarem. Havia 12 cores. Chegou-se a apenas 3.
Depois de eleita as cores as crianças pegaram tesoura e tiveram que cortar os pedacinhos. A Isabelle demorou muito para terminar de cortar as suas lãs. Todos colaram os pedacinhos nas costas da aranha. Mas turma resolveu deixar a barriga sem pelo.
Como a aranha bota muitos ovinhos, a turminha enfeitou várias aranhinhas de papel cartão usando vários materiais.
Essas aranhinhas serão móbiles que ficarão presos na toca da escultura. `
"É dessa forma que desenvolvo meu trabalho... procuro despertar a curiosidade e a observação das crianças... as crianças são cientistas naturais e pesquisadores natos. " Professora Débora
Veja as fotos dessa etapa do nosso trabalho.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Folclore é mais do que se imagina


Em geral tratado de forma preconceituosa ou limitada, o folclore é uma área de saberes e expressões que merece muito mais reflexão na hora de ser abordado na escola
No calendário, o folclore tem data marcada para ser lembrado: dia 22 de agosto. E na vida das pessoas, quando ele acontece?


Não raro, o folclore costuma resumir-se nas salas e pátios escolares à comemoração de seu dia, quando são relembradas lendas como a da Iara, do Saci Pererê, do Curupira, entre outras. Como geralmente não se articulam em projetos ou sequências didáticas nem fazem parte do dia-a-dia da instituição, a percepção das crianças em relação ao que é, de fato, a cultura popular tradicional fica muito aquém do que essa área de saberes e expressões tem a oferecer. E, para piorar, o mais comum é que suas manifestações acabam sendo tratadas na escola de maneira preconceituosa – como algo inferior em termos de conhecimento.

O folclore diz respeito à vida de cada um de nós, já que pertencemos a grupos sociais que levam adiante costumes, saberes e valores. Da mais simples receita culinária ao mais complexo ritual de casamento, tudo é compartilhado por um grupo e levado adiante com o passar do tempo e das gerações. Isso acontece somente por uma razão: essas tradições continuam a fazer sentido, inclusive para os mais jovens.

Folclore Não são apenas mitos e histórias
O folclore – ou cultura popular tradicional – vai muito além disso. São saberes que alcançam todas as expressões, conhecimentos e costumes dos grupos humanos, desde que tenham algumas características. Eles devem: 1) ser de domínio e prática coletiva, 2) transmitir-se no convívio social geralmente por meios não-formais de ensino e aprendizagem (eventualmente transformando-se nesse processo), 3) ter presença ao longo de um período histórico e chegar aos dias atuais.

Na escola, só é possível trabalhar com folclore no mês de agosto ou em datas de festas populares?
A cultura popular deve ser reconhecida pela escola, trazida para as discussões em sala de aula e considerada em práticas como a merenda e as reuniões de pais. As mais diversas expressões folclóricas se manifestam no ambiente escolar, mas passam despercebidas ou são até mesmo desaprovadas nesse contexto. Brincadeiras (amarelinha, brincadeira de taco, pega-pega, etc.), hábitos de alimentação (comer manga com feijão, farinha em todas as refeições, misturas de diferentes tipos de ingredientes em um só prato) e datas comemorativas (como o dia de São Cosme e São Damião): tudo isso está presente na vida das crianças e é, direta ou indiretamente, incorporado ao ambiente escolar. Considerar os saberes que as crianças trazem de seus contextos culturais pode levantar diversos elementos do folclore. Um aspecto importante é valorizar esse conjunto de expressões e saberes, e não tratá-los como “crendices” a serem abandonadas. Além disso, a escola pode propor projetos voltados para o estudo de diferentes aspectos das culturas populares. Quando se pensa nisso como algo presente na vida de todos nós, não se corre o risco de tratar outros costumes e expressões culturais como algo exótico e distanciado da realidade.


O folclore deve ser trabalhado apenas nas aulas de arte?
Outra ideia equivocada sobre folclore é que ele se limita a expressões artísticas e que, com isso, a disciplina de Arte seria a única em que faria sentido abordá-lo. As culturas populares dizem respeito aos mais diversos aspectos da vida de um grupo social – entre eles, suas expressões artísticas. Além disso, o enquadramento do folclore apenas às aulas de Arte pode se relacionar com a desvalorização tanto das culturas populares tradicionais quanto da disciplina. Vista por muitos como uma “aula de recreação”, em que não são trabalhados conhecimentos, ela seria o espaço perfeito para tratar o folclore, que também não se relaciona com um trabalho intelectual. Preconceito em dobro a ser quebrado.


Quando o folclore não faz parte do universo cultural dos alunos
Da forma como o folclore é muitas vezes tratado hoje nas escolas – limitado à menção de personagens como Saci Pererê ou Curupira – talvez não se relacione ao universo cultural dos alunos. Mas, como já citado, o folclore faz parte da vida de qualquer pessoa, nem é preciso dizer que se interessar por ele é uma forma de conhecer melhor as crianças, seus familiares e a comunidade.
fonte:http://revistaescola.abril.com.br/folclore/

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Escola e Familia

A educação da criança é ação compartilhada entre educadores e familiares, mas realizar isso de forma integrada e colaborativa não é tarefa simples.

Tradicionalmente, a presença da família em muitas escolas se restringe às reuniões de pais, festas previstas no calendário letivo ou conversas sobre o comportamento das crianças. Essa situação parece confirmar algo muito arraigado na Educação: quem tem sempre o que dizer é a escola. Dessa maneira, os pais ficam numa posição passiva, de quem precisa ouvir a escola ou ser avaliado por ela.
Algumas escolas partilham de uma opinião corrente de que a boa família deve seguir um modelo, segundo uma visão bastante idealizada, cujo padrão é previamente estabelecido. Há muitos preconceitos envolvidos, visões estereotipadas que contribuem para dificultar o diálogo entre a escola e a família.
A importância desse diálogo e de um olhar acolhedor sobre as famílias que considere suas características, conhecimentos, valores e cultura, resulta uma aproximação maior em relação às crianças, na medida em que elas têm em sua família um ponto de referência fundamental.
Abrir as portas da escola para os pais significa também acolher diferenças, crenças, valores e costumes distintos, conferindo valor e respeito à diversidade, sem que um lado necessite aderir incondicionalmente aos valores do outro.

Uma das nossas experiências.

Não resistíamos as trancinhas da Júlia, cada semana um modelinho... e muitas cores... Fizemos o convite à Denize, sua mãe, que com muita simpatia veio fazer penteados afro em todas nós, inclusive na prô!!



quarta-feira, 1 de julho de 2009

CULINÁRIA!!!

ALGUNS INGREDIENTES NATIVOS DO BRASIL E USADOS EM NOSSAS CULINÁRIAS.
A TURMA, DO INFANTIL IV-C, REALIZOU MUITAS EXPERIÊNCIAS NA COZINHA: ESTOURAMOS PIPOCA E BEBEMOS CHOCOLATE QUENTE; FIZEMOS BOLINHO DE CHUVA COM FUBÁ E AMIDO DE MILHO; FIZEMOS COCADA PRETA; AMENDOIM CROCANTE COM CHOCOLATE E GELÉIA DE FRUTOS E FRUTAS, TOTALMENTE, NACIONAIS.
O CACAU E SUA VALIOSA SEMENTE, O COCO, O AMENDOIM, A AMORA-DO-MATO E O MILHO, JÁ ERAM MUITO UTILIZADOS PELOS AMERÍNDIOS QUE HABITAVAM O ATUAL TERRITÓRIO BRASILEIRO.
AS CRIANÇAS ADORAM ‘DAR’ UMA VOLTINHA PELO TERRITÓRIO BRASILEIRO ATRAVÉS DE SUA FLORA E DELA RETIRAREM TANTA GOSTOSURA.
VALEU A EXPERIÊNCIA AÇUCARADA, SÓ FALTA A EXPERIMENTAÇÃO DE CULINÁRIAS ADAPTADAS AO NOSSO POVO. QUE VENHA A FEIJOADA!


Confecção do amendoin doce com chocolate!