Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Aventuras do Berçário

Enxergar nossa criança por inteiro permite garantir melhor seu direito à infância.




Podemos potencializar cada uma de suas experiências, oferecendo atividades e criando boas oportunidades para os diversos aspectos de seu desenvolvimento.




Garantir seu direito ao brincar – espaço e tempo, com autonomia e liberdade – é dar apoio a essa idéia!









A escola é um espaço em que a criança passa uma boa parte de seu dia, e por isso deve ser o primeiro lugar a levar em conta a criança por inteiro. O desenvolvimento intelectual deve ser trabalhado, mas ele é tão importante quanto a expressão corporal, as múltiplas linguagens e a socialização.



E por que a escola? A Escola é um dos espaços mais adequados para essas explorações, pois é nela que as crianças encontram outras crianças e podem criar jogos corporais, lúdicos. É na escola que elas podem se reconhecer nos gestos do outro, ampliar seu repertório de movimentos, enfim, potencializar seu desenvolvimento.



Quando ressaltamos a importância das brincadeiras nos espaços escolares, estamos ressaltando o desenvolvimento de nossas crianças de forma genuína e significativa. A escola precisa incentivar suas crianças a brincar, e seus professores a estudar os benefícios das brincadeiras.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Relatório das atividades do projeto do Infantil IV - B.



O Pequeno Príncipe, o belo clássico da literatura mundial de Saint-Exupéry, abriu espaço para as mais variadas formas de ensinagem e as mais diversas ações.

Como atividades pedagógicas realizamos:


  • confecção das personagens com bonequinhos de tecido;

  • confecção dos planetas visitados pelo príncipe com jornais e tinta;


  • confecção dos pássaros;


  • confecção da rosa com dobradura de celofane;


  • pintamos o céu da noite e do dia;

  • falamos de galáxias e corpos celestes;

  • falamos da flora e fauna brasileira;

  • fizemos a leitura cartográfica do mapa-múndi, do mapa do Brasil e do mapa ilustrado do município de Bragança Paulista, com destaque para lugares conhecidos e animais encontrados no entorno da cidade;
  • trabalhamos com escrita espontânea envolvendo as mais diferentes palavras;



  • fizemos contagem e quantificação de elementos a partir da quantidade de planetas visitados;

  • abordamos questões de educação ambiental trazendo temas como cuidado com o meio ambiente e com o saneamento do meio no qual a criança esta inserida;


  • tratamos da convivência ética na educação infantil e da noção de generosidade;
  • estabelecemos vínculos afetivos entre as coisas e as pessoas e entre as pessoas;


  • falamos sobre a geologia terrestre e sobre fenômenos naturais, tanto que montamos um vulcão;


  • plantamos árvores na escola e conversamos sobre o cuidado que devemos ter com as árvores bebês para que cresçam de maneira saudável ( a alusão a infância da árvore, remete aos cuidados na infância das próprias crianças) ;

  • no momento estudamos as formigas , que infestam os jardins da escola e serão prejudiciais às árvores, e precisarão ser retiradas;


  • desenhamos, pintamos, modelamos e brincamos tendo os elementos essenciais dessa história sempre muito presente em nosso dia-a-dia. A referência ao enredo da história sempre foi constante, tanto que o cantinho do Pequeno Príncipe é algo fixo na sala.

As árvores foram plantadas em função da necessidade de reflorestamento da área, mas supomos que foram plantadas em função da visita do Principezinho ao Brasil e a nossa escola. Assim podes perceber que o jogo simbólico é uma constante em nossas atividades.

Um breve comentário: Não encontrei nada pronto na Internet sobre trabalhos pedagógicos voltados para educação infantil que trabalhasse com esse livro. Talvez porque essa história não seja para crianças tão pequenas, dada sua complexidade. Fui ajustando e criando coisas através de um pensamento simples " a história era apenas uma geradora para o projeto: A criança dentro de cada um de nós", assim comecei a pensar em como eu gostaria de ouvir essa história e como gostaria de aprender sobre as informações que ela traz. Desta forma, passei a ouvir as crianças e procurar, através de suas falas, costurar as tramas do livro em seus interesses, que são vários e simultâneos.


Foi fácil? Não!!

Prazeroso? Muito!!!
Atingiu aos objetivos? Superaram os objetivos!

Agora, se você quiser folhinha de atividades e receita pronta... desculpe-me, não tenho!
Só uma sugestão... seja criativa!!! Seja creança também!!! Conte essa história através de dramatizações, não leia esse livro para eles.. apaixone-se pelo universo do Pequeno Principe e divida essa paixão, assim várias ideias surgirão.


Professora Débora

sábado, 5 de junho de 2010

A importância da psicomotricidade no processo de aprendizagem
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Infantil I - circuitos com pneus
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A Psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo. Por isso dizemos que a mesma é um fator essencial e indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança. A estrutura da Educação Psicomotora é a base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem da criança. O desenvolvimento evolui do geral para o específico; quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, o fundo do problema, em grande parte, está no nível das bases do desenvolvimento psicomotor..
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Caixa de explorações.
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Durante o processo de aprendizagem, os elementos básicos da psicomotricidade são utilizados com freqüência. O desenvolvimento do Esquema Corporal, Lateralidade, Estruturação Espacial, Orientação Temporal e Pré-Escrita são fundamentais na aprendizagem; um problema em um destes elementos irá prejudicar uma boa aprendizagem.
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Uso do MILHO como objeto de aprendizagem
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Movimentos Manipulatórios/Exploratórios
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Trabalhando o movimento de pinça
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Explorando as Texturas
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O ato antecipa a palavra, e a fala é uma importante ferramenta psicológica organizadora. Através da fala, a criança integra os fatos culturais ao desenvolvimento pessoal. Quando, então, ocorrem falhas no desenvolvimento motor poderá também ocorrer falhas na aquisição da linguagem verbal e escrita. Faltando a criança um repertório de vivências concretas que serviriam ao seu universo simbólico constituído na linguagem, conseqüentemente, afetando o processo de aprendizagem. A criança, cujo desenvolvimento psicomotor é mal constituído, poderá apresentar problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras (ex: b/d), na ordenação de sílabas, no pensamento abstrato (matemática), na análise gramatical, dentre outras.


.Infantil IV -B Habilidades Motoras na modelagem
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Muitas escolas ainda mantém o caráter mecanicista instalado na Educação Infantil, ignorando a psicomotricidade também nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Os professores, preocupados com a leitura e a escrita,
muitas vezes não sabem como resolver as dificuldades
apresentadas por alguns alunos, rotulando-os como portadores de distúrbios de aprendizagem. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas na própr
ia escola e até evitadas precocemente se houvesse um olhar atento e qualificado dos agentes educacionais para o desenvolvimento psicomotor.


Segundo Wallon, nesse período outras fases estarão presentes e assim as descreve:

Na educação infantil, a prioridade deve ser ajudar a criança a ter uma percepção adequada de si mesma, compreendendo suas possibilidades e limitações reais e ao mesmo tempo, auxiliá-la a se expressar corporalmente com maior liberdade, conquistando e aperfeiçoando novas competências motoras.
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.Infantil II - Exploração do espaço
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.Infantil III - Expressividade
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O movimento e sua aprendizagem abrem um espaço para desenvolver:

• Habilidades motoras além das dimensões cinéticas, que levem a criança aprender a conhecer seu próprio corpo e a se movimentar expressivamente;

• Um saber corporal que deve incluir as dimensões do movimento, desde funções que indiquem estados afetivos até representações de movimentos mais elaborados de sentidos e idéias;

• Oferecer um caminho para trocas afetivas;

• Facilitar a comunicação e a expressão das idéias;

• Possibilitar a exploração do mundo físico e o conhecimento do espaço;

• Apropriação da imagem corporal;

• Percepções rítmicas, estimulando reações novas, através de jogos corporais e danças;

• Habilidades motoras finas no desenho, na pintura, na modelagem, na escultura, no recorte e na colagem, e nas atividades de escrita.

Os materiais que colaboram para as experiências motoras p
odem incluir:

• Túneis para as crianças percorrerem;

• Caixas de madeira;

• Móbiles;

• Materiais que rolem e onde as crianças possam entrar;

• Instrumentos musicais ou geradores de som (bandinhas de diversos objetos etc.);

• Cordas;

• Bancos, sacos de diversos tamanhos, pneus, tijolos;

• Espelhos, bastões, varinhas;

• Papéis de todos os formatos;

• Giz, lápis, canetas hidrográficas (de diversos tamanhos);

• Elásticos e outros.

Enfim, estimular atividades corporais, para além da sala de aula, propiciando experiências que favorecerão a motricidade, auxiliariam os alunos d
e ritmo normal e os de aprendizagem lenta a vencer melhor os desafios .
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.Atividades envolvendo a mobilidade
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As crianças estão sempre em movimento, se deslocando entre ações incertas, aleatórias, em função de sua curiosidade com o mundo, para a construção de interesses próprios mais claros. A escola pode aproveitar esse movimento ou, então, pode inibi-lo de tal modo que desencoraje a criança em sua pesquisa
com o meio.
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.Infantil III B -Expressividade, utilizando elementos naturais

A atitude da escola frente à espontaneidade do movimento de cada criança poderá senão determinar, pelo menos influenciar fortemente o rumo do processo de aprendizagem da criança. A escola que trabalha com especial atenção para o desenvolvimento psic
omotor da criança tende a contribuir no bom aprendizado.
.Infantil III -B Sequência didática com Arcos
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.. Explorando o espaço e materiais alternativos
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A educação psicomotora nas escolas visa desenvolver uma postura correta frente à aprendizagem de caráter preventivo do desenvolvimento integral do indivíduo nas várias etapas de crescimento.

A educação psicomotora ajuda a criança a adquirir o estágio de perfeição motora até o final da infância (7-11 anos), nos seus aspectos neurológicos de maturação, nos planos rítmico e espacial, no plano da palavra e no plano corporal.
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.Infantil IV - A - Brincadeiras de Roda
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O ideal seria que todos os educadores tivessem como alicerce para as suas atividades a psicomotricidade, pois fariam com que as crianças tivessem liberdade de realizar experiência com o corpo, sendo indispensável no desenvolvimento das funções mentais e sociais.
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Desenvolvendo, assim, pouco a pouco, a confiança em si mesma e o melhor conhecimento de suas possibilidades e limites, condições necessárias para uma boa relação com o mundo. É interessante levar a criança a expor fatos vivenciados, com a finalidade de estabelecer uma ligação entre o imaginário e o real.
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.Infantil IV - B Dinâmicas.
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A autenticidade e a cumplicidade das relações no campo educacional, que podem ocorrer espontaneamente favorecem enormemente o desenvolvimento das habilidades psicomotoras de forma motivante e altamente significativa, facilitando assim, a aprendizagem e o desenvolvimento global das crianças.
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.Explorando os espaços
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Para que haja intercâmbio entre professor X aluno X aprendizagem, o trabalho da psicomotricidade é da mais valiosa função, tanto no maternal como na pré-escola e alfabetização, por haver um estreito paralelismo entre o desenvolvimento das funções psíquicas que são as principais responsáveis pelo bom comportamento social e acadêmico do homem.

Quanto à parte mental, se a criança possuir um bom controle motor, poderá explorar o mundo exterior, fazer experiências concretas que ampliam o seu repertório de atividades e solução de problemas, adquirindo assim, várias noções básicas para o próprio desenvolvimento intelectual, o que permitirá também tomar conhecimento do mundo que a rodeia e ter domínio da relação corpo-meio.

Quando o professor se conscientizar de que a educação pelo movimento é uma peça mestra do edifício pedagógico, que permite à criança resolver mais facilmente os problemas atuais de sua escolaridade e a prepara, por outro lado, para a sua existência futura no mundo adulto, essa atividade não ficará mais relegada ao segundo plano, sobretudo porque o professor constatará que esse material educativo não verbal, constituído pelo movimento é, pôr vezes, um meio insubstituível para afirmar certas percepções, desenvolver certas formas de atenção, por em jogo certos aspectos da inteligência.

Bibliografia:
CURTSS, Sandra. A Alegria do Movimento na Pré-escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
GUILHERME, Jean Jacques. Educação e Reeducação Psicomotoras. Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.
LASSUS, Elisabeth. Psicomotricidade – Retorno às Origens. Rio de Janeiro: Panamed, 1984.
LEBOUCH, Jean. Educação Psicomotora: Psicocinética na Idade Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
LEBOUCH, Jean. O Desenvolvimento Psicomotor: do Nascimento aos 6 anos. Porto Alegre: Artes Médicas.
MEUER, A. de. Psicomotricidade: Educação e Reeducação: níveis maternal e infantil. A. de Meuer e L. Staes. Tradutoras Ana Maria Izique Galuban e Setsuko Ono. São Paulo: Manoel, 1989.
Fonte: Psicologia e Educação (por Luciene Rochael)

domingo, 4 de abril de 2010

Brincar se aprende Brincando

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"Somente o verdadeiramente vivido sobrevive." Guimarães Rosa
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Brincar se aprende brincando, e é brincando que se dá sentido às descobertas e que se busca a autorrealização.
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O vivido que sobrevive.

Na escola Ivonne dos Santos, o foco central é o brincar, e a opção é por firmar-se nas espontaneidades que as crianças criam para uma descoberta de sí mesma, e no papel dos educadores de promover e oportunizar situações ricas em experiências, criando condições para que estas crianças possam vivenciar momentos de prazer, alegria, descobertas e aprendizagens.

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Oferecer às nossas crianças uma infância que lhes está sendo tirada, com direito à arvores, água, pés descalços, lama, emoção, escorregas, rodopios e gargalhadas!!

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Para encerrar as atividades de verão, organizamos nossa
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1ª Semana Maluca de 2010,
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Tema: Vamos brincar lá fora????
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dia 29/03
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Dia da Lona (com Lama!!)



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Confiram o vídeo nº 1
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Depois da brincadeira, hora de tomar banho e se secar no sol

Prô Michele e sua turminha do Infantil II

Prô Dagmar E sua turma do Infantil IV e V - Integral



Prô Elaine e sua Turminha do Infantil III - B

Prô Lurdes e sua turminha do Infantil III - A


Dia 30/03
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Dia do Banho de Esguicho
e
Explorações com Água.
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Sim, a brincadeira é a expressão básica da experimentação pelas crianças.
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Jogo Cooperativo: Agarre a Bexiga (cheia) !!

Explorações com água.

Vale tudo pelo prazer da brincadeira e aprendizagem: Garrafas, potinhos, baldes...
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Diferentes sensações...
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Seja com Esguicho...

ou até Regador...

vídeo nº 2

Banho de sol





31/03
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Que Papelão!!!
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Não podia faltar... escorregar com papelão no barranco...





vídeo nº 3 :
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Jeroooooooonimooooooooo!!!!!!!!!!!

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Vídeo nº 4

Aquí, o educador é tambem creança, criação contínua de sí mesmo.

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O fato é que não nos contentamos com as CORES PLANAS de que normalmente a educação se reveste, com uma pedagogia recheada de formulas, porém esvaziadas de sentido; mas nos fartamos de cores e MISTURAS enigmáticas, experimentando e buscando, o essencialmente humano, profundo, complexo e belo. (Soraia Chung Saura)
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ATÉ A PRÓXIMA!