Escola Municipal de Educação Infantil "PROFª IVONNE DOS SANTOS DIAS" Bragança Paulista - SP

terça-feira, 20 de julho de 2010

21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo


Data e Horário:
Dia 12 de Agosto: das 10h às 22h
- Exclusivo para os profissionais do setor literário

Dia 13 de Agosto: das 10h às 22h PROMOÇÃO ESPECIAL!*
- Público em geral

Dias 13 a 22 de Agosto: das 10h às 22h
- Público em geral

*PROMOÇÃO ESPECIAL! Entrada gratuita para quem comparecer ao evento fantasiado do seu personagem favorito.
Para validar a sua entrada na Bienal do Livro é obrigatório apresentar uma foto do personagem representado.

Local:
Pavilhão de Exposições do Anhembi
São Paulo, SP

Ingressos: vendas apenas na bilheteria da Bienal do Livro de São Paulo
Entrada inteira – R$ 10,00
Meia-entrada – R$ 5,00**

**Os estudantes devem apresentar documento de identificação estudantil com data de validade. Caso no documento apresentado não conste data de validade, deverá ser apresentado outro que comprove a matrícula ou a frequência no ano letivo em curso acompanhado de carteira de identidade.

Os idosos, acima de 65 anos, pagam meia-entrada apresentando carteira de identidade para comprovação.

Menores de 12 anos não pagam.

terça-feira, 13 de julho de 2010

ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE!!

Festas são muito bem-vindas na nossa escola, principalmente quando se tem o propósito de termos mais um momento de diversão. E neste caso, foi também uma forma bem interessante de encerrarmos o primeiro semestre!!!

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Antes de organizarmos o recreio caipira, fizemos uma reflexão quanto ao desrespeito à liberdade religiosa... Dos 11 feriados nacionais, cinco têm origem no catolicismo (Páscoa, Corpus Christi, Nossa Senhora Aparecida, Finados e Natal). As escolas que seguem essa religião lembram as datas. O problema é que as escolas públicas também. Segundo a Constituição da República, o Brasil é um Estado laico, ou seja, sem religião oficial e, uma escola inclusiva como a nossa não esquece que os filhos dos 15% de evangélicos e dos 12% de seguidores de outros cultos ou não pertencentes a um deles também estão na sala de aula, certo? Definitivamente, como nossa escola não é um local de culto religioso reservamos um espaço especial e muito cultural às festas juninas... As festas juninas hoje no Brasil já podem ser consideradas um caso à parte quando relacionadas às outras datas comemorativoas: elas se tornaram uma instituição e perderam o vínculo religioso. O enfoque folclórico, resgatando alguns hábitos e brincadeiras e a culinária do homem do campo, torna-as mais democráticas a cada ano.

Tem de ter festa!

Ninguém é contra festas, desde que elas sejam para recreação pura e simples ou uma maneira de socializar o aprendizado. As do primeiro tipo podem envolver todos e ser muito divertidas, desde que não ocupem o tempo de sala de aula na organização.

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Entenda como se originaram as tradições juninas brasileiras:

Provavelmente se têm claro que a tradição de homenagear os três santos católicos foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. Mas será que todo o simbolismo ligado às datas tem fundo religioso? Qual o significado de acender fogueiras e fazer adivinhações? E as comidas, são as mesmas em todos as regiões do Brasil? As danças e os trajes também se repetem?

Saiba que:

  • em 21 de junho três dias antes do aniversário de nascimento de São João Batista – começa o verão no hemisfério norte. Esse dia é o mais longo do ano na metade do globo localizada acima da linha do equador. Esse fenômeno, conhecido como solstício de verão, era comemorado por povos ancestrais muito antes do surgimento das divindades cristãs. Rituais ligados à fertilidade do solo e à fartura das colheitas marcavam o evento. Nessas celebrações, acendiam-se fogueiras com o intuito de livrar as plantações dos maus espíritos. No século IV, a Igreja Católica adaptou esses costumes e passou a homenagear São João na Espanha, na França, na Itália e em Portugal. No século XIII, o dia 13 de junho passou a ser dedicado a Santo Antônio e o dia 29, a São Pedro. Trazido para o Brasil, o culto aos santos incorporou a dança;
  • a quadrilha é uma invenção inglesa do século XIII, aperfeiçoada pelos franceses e introduzida no Brasil pela corte de dom João VI nos anos 1800;
  • no sentido de vir do campo, o evento ficou associado, no imaginário geral do brasileiro, ao caipira, habitante do interior paulista e de parte de Minas Gerais e Goiás. Essa figura é retratada na ficção literária por Jeca Tatu, personagem de Monteiro Lobato imortalizado no cinema por Mazzaropi.

GALERIA:

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Exibir meninas arretadas

Exibir Em família

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Exibir Agora os meninos!!!

Exibir FESTA

O INFANTIL “I” TODO PROSA!!!!

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Exibir Que lindos

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Pessoal animado!!!!!!

Exibir Pula fogueira

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Exibir Que casal mais alinhado

EQUIPE ARRETADA!!!!

Exibir EQUIPE

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Exibir TCHAU!!!

Confiram um vídeo:
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ATÉ O PRÓXIMO SEMESTRE!!!!!!

REINICIAREMOS DIA 26 DE JULHO!!!

domingo, 4 de julho de 2010

EU USO E NÂO ABUSO: BIODIVERSIDADE

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Turminha infantil II - Prô Michele e Turminha Infantil III - Prô Lurdes
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Primeira parte
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do projeto realizado pelo infantil II e III, cujo tema central é a
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BIODIVERSIDADE
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Um dos programas do nosso projeto foi dar continuidade aos cuidados e cultivo da horta da nossa escola.
Esse é um tema que gera muita curiosidade nas crianças. Elas geralmente formulam muitas hipóteses sobre os seres humanos, animais e plantas.
Para que as crianças possam ampliar seus conhecimentos acerca desse tema , é preciso planejar situações em que tenham oportunidade de conviver e observar animais, cultivar plantas e se responsabilizar por eles.


Conteúdos
• Conhecimento dos cuidados básicos de pequenos animais e vegetais por meio de sua criação e cultivo;

• Percepção dos cuidados necessários à preservação da vida e do meio ambiente ;

• Valorização da vida nas situações que impliquem cuidados prestados a animais e plantas.

Seqüência didática


Objetivos :
*Criar uma horta e cuidar dela;
*Observar o desenvolvimento de um ser vivo;
*Valorizar o meio ambiente.


Turma
Infantil II e III

Tempo estimado
Cultivo permanente

Material necessário
Terra, cascas de frutas e legumes, mudas ou sementes, regador, pá de jardim, imagens do que será plantado, plástico transparente, fita adesiva e palitos de churrasco.

Desenvolvimento
Antes de começar, verifique a melhor época para plantar a espécie escolhida. Além das verduras, raízes (como cenoura) despertam curiosidade nos pequenos: eles ficam ansiosos para retirá-las da terra.

1ª ETAPA
Pergunte quem conhece uma horta. Para que serve? Conte que os vegetais são seres vivos. Por isso, precisam de cuidados, como sol e água.

2ª ETAPA
Que ingredientes são usados em uma salada? Registre as respostas – delas podem surgir boas idéias para receitas. Leve as crianças ao refeitório e mostre alguns vegetais. Alerte para a importância de lavar bem as mãos antes de tocar na comida.

3ª ETAPA
Aqui a horta começa realmente. Faça uma placa com o nome da criança, a data e uma foto da planta de que ela vai cuidar. Proteja o papel com plástico para não molhá-lo quando a horta for regada. Depois cole as fichas em palitos de churrasco e entregue-as à turma. Num canto ensolarado, proponha às crianças que revolvam a terra com pazinhas. Cada uma deve fazer um pequeno buraco, transplantar sua muda ou semente, apertar a terra em volta e molhá-la. Fotografe para que todos comparem essa etapa com as outras.

4ª ETAPA
A horta precisa de cuidados diários: água (fora dos horários de sol a pino) e observação para detectar pragas. O que acontece se as plantas não receberem água ou luz suficiente? Use duas plantas extras: uma ficará sem ser regada. A outra, coberta por uma caixa. Estimule as crianças a entender por que vão murchar.

5ª ETAPA
Separe as fotos com o passo-a-passo da horta e peça que as crianças coloquem em ordem, avaliando o crescimento das plantas.

6ª ETAPA
Hora da colheita. Na cozinha, as crianças podem lavar as plantas.

Produto final
Horta, colheita dos produtos

Avaliação
Compare observações, dúvidas e comentários ao longo do processo.

Confira as imagens:

Preparando a terra




Apresentação e estudo das sementes






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Ao mexer com a terra tivemos contato com espécies que nela vivem e que são muito importante para todo o processo , como a minhoca que levamos para a sala e tambem virou objeto de estudo.
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Tudo era registrado
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Replantio

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Regar é um processo muito importante, que deve ser feito diariamente.
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